quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Independentes por Góis apresentam queixa contra Presidente da Câmara Municipal de Góis

Os vereadores do Grupo Independentes por Góis (GIG) estão há meio ano sem receber os documentos sobre requisições e pagamentos, tendo apresentado queixa à Comissão de Acesso a Documentos Administrativos (CADA).
Em nota enviada a NDC referem que os documentos que desde sempre foram distribuídos em Reuniões de Câmara não são entregues aos vereadores do Grupo Independentes por Góis, desde fevereiro.
Segundo o GIG, esta decisão partiu da Presidente do Município, Maria de Lurdes Castanheira, que se refugia no facto de os vereadores da oposição não representarem nenhum partido político para suscitar dúvidas face à obrigatoriedade da entrega dos documentos
Perante esta negação plena da democracia, os vereadores do Grupo Independentes por Góis apresentaram um requerimento por escrito, na Reunião de Câmara do dia 25 de fevereiro, “solicitando a cópia dos documentos em causa. Como se não bastasse terem visto repudiado o seu direito à oposição, o pedido efetuado não foi publicado em Ata”.
Na última Reunião de Câmara de março, a Presidente do Executivo informou que foi solicitado um parecer ao Gabinete Jurídico da Câmara Municipal para saber se a entrega dos documentos de requisições e pagamentos era obrigatória, tendo em conta que os vereadores do Grupo Independentes por Góis não estão vinculados a nenhum partido político. Mais adiantou que os vereadores do Grupo Independentes por Góis podiam consultar os respetivos documentos, desde que o solicitassem previamente e que fossem acompanhados pela Secretária do Executivo ou pela Chefe de Divisão.
Apesar da insistência consecutiva junto da Presidente de Câmara para resolver esta situação, os vereadores do Grupo Independentes por Góis não obtiveram resultados, tendo de recorrer à Comissão de Acesso a Documentos Administrativos (CADA) para fazer cumprir os seus direitos.

O fundo mar em Góis

O fundo do mar tem lugar garantido de 1 a 30 de Setembro na Beira Serra, mais propriamente em Góis, numa exposição onde se desvenda a vida no mar profundo, habitats e comportamentos.
Num apurar dos sentidos, entre o tato, a visão e a audição, o público poderá observar e identificar espécies de fauna e flora do oceano, mas o caminho a atingir na “Magia Oceânica” passa, essencialmente, por sensibilizar para a educação ambiental.
Desta forma e dando sequência ao projeto que a Associação Bandeira Azul da Europa criou para 2014 : Poluição dos Oceanos. Esclarecer. Planear e Agir, Góis, que reúne há já dois anos consecutivos todos os pressupostos que levam ao hastear do galardão azul na Praia Fluvial da Peneda/Pêgo Escuro.
O retrato do fundo do oceano está patente ao público no Espaço de Exposições Temporárias Alice Sande, em Góis.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Cabaz Da Beira Serra oferecidopor Miguel Ventura a António José Seguro

Segundo Miguel Ventura, este cabaz representa a determinação de uma região que não resigna em aproveitar o seu potencial, transformando-o em produto com valor de mercado. Um produto só possível nos territórios rurais, gerador de microempresas, emprego e riqueza e resulta dos investimentos apoiados pelos programas LEADER. 
Interessante seria saber o que é que constitui essa cabaz.
12.08.14


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Câmara, agrupamento e pais de Góis contra fecho de escola com 23 alunos



A câmara e as direções do Agrupamento de Escolas de Góis e da respetiva associação de pais estão contra a decisão “unilateral” do Ministério da Edução de encerrar a Escola Básica de Ponte do Sótão, frequentada por 23 alunos.
O fecho da escola do 1.º ciclo resulta de “uma decisão, unilateral, que contraria em tudo a posição do município, da direção do Agrupamento de Escolas de Góis e da direção da Associação de Pais e Encarregados de Educação das Escolas do Concelho de Góis”, disse hoje à agência Lusa a presidente da câmara, a socialista Maria de Lurdes Castanheira.
Segundo a autarca, a deliberação da tutela “viola claramente” a legislação relacionada com os direitos das pessoas com deficiência e da constituição das turmas para o 1.º ciclo.
A escola de Ponte de Sótão funciona formalmente desde o ano letivo 2008/2009 como sala de apoio, dado que, nessa altura, tinha uma frequência escolar de 10 alunos, mas atualmente tem 23 alunos a tempo inteiro, “estimando-se para o próximo ano letivo uma frequência igual ou na, pior das hipóteses, de 22 alunos, já matriculados”, assegurou a autarca.
“A realidade de 2008/2009 em nada se compara à atual”, sublinhou Maria de Lurdes Castanheira, sustentando que “hoje, à luz da lei, a escola deve manter-se e o próprio Ministério da Educação, ao invés de propor o encerramento, devia aplaudir o aumento do número de alunos em zonas despovoadas do interior do país”.
A tutela, salientou a responsável, deveria congratular-se por reabrir uma escola básica que há cinco anos evidenciava fortes sinais de encerramento definitivo.
“Perplexa” com a decisão de encerrar o estabelecimento, Maria de Lurdes Castanheira afirmou que a Câmara de Góis, em articulação com a direção do Agrupamento de Escolas do Concelho, já tinha manifestado “o seu total repúdio pela proposta de reordenamento da rede escolar para o ano letivo de 2014/2015”.
A posição foi manifestada ao ministério.
A câmara e as direções do Agrupamento de Escolas e da Associação de Pais de Góis promovem hoje à noite, em Ponte do Sótão, uma reunião com os pais e encarregados de educação para debaterem o fecho da escola.
Agencia Lusa, 25/06/14

GRUPO INDEPENDENTES POR GÓIS


GRUPO INDEPENDENTES POR GÓIS
JORNADA DE TRABALHO
NA UNIÃO DAS FREGUESIAS DE CADAFAZ E COLMEAL

O Grupo Independentes por Góis – G.I.C. – visitou no dia 18 deste mês, a União das Freguesia de Cadafaz e Colmeal, auscultando junto das populações locais, as suas maiores preocupações no decurso do atual mandato autárquico.
O princípio da proximidade apregoado em campanha ganha, aqui e assim, um significado mais profundo, uma vez que o G.I.G. entende que a política local é a defesa e a promoção do desenvolvimento das populações.
Com início no Colmeal, este périplo permitiu ao G.I.G. ouvir os munícipes indignados por não receberem qualquer resposta da Câmara Municipal a pedidos formulados, ou então, não os receberem atempadamente, parecendo mesmo, que estão votados ao esquecimento nos anos posteriores à eleição... Perdendo-se, deste modo, a oportunidade de em tempo útil se resolverem os diferentes problemas colocados à Autarquia Local e que afetam mais tarde as várias localidades.
A questão do transporte dos doentes da zona do Colmeal, foi ainda uma outra preocupação manifestada junto do Grupo. Continua por não haver solução à vista, inexplicavelmente, para o transporte acordado para os doentes para as consultas no centro de saúde de Góis. Este facto revela inegáveis prejuízos para a economia local e qualidade do serviço prestado às populações locais, apesar dos compromissos assumidos, inclusive, em reunião do executivo municipal, pela senhora presidente da Câmara Municipal…
O Parque dos Portos, no Cadafaz, foi também motivo da visita, onde foi constatado o estado desolador de conservação em que se encontra. Cerca de um ano após a sua inauguração, dá a imagem perfeita daquilo que não deve ser feito por quem tanto diz promover o turismo no concelho, porque se encontra “suavemente esquecido”. Este parque deve e merece ser promovido como um local muito aprazível para visitar, onde se pode estar com os amigos e a família, como noutros espaços similares municipais.
O turismo e o ambiente combinam com desenvolvimento… Contudo, que dizer, ainda, a quem visita a Cabreira?! A situação atual da ETAR, que há meses aguarda por uma solução, não pode continuar da mesma maneira, como um verdadeiro atentado à saúde pública. Será que é preciso chegarem as águas do rio inquinadas à sede de concelho, para se ter uma atitude responsável?
Foram também ouvidas muitas preocupações relativas à falta de manutenção de alguns acessos florestais, que se encontram em mau estado de conservação… É a “época de incêndios” que se aproxima com a possibilidade de num “verão quente” associar-se ao perigo de fogo, que a negligência potenciará, porque agora é relativizada ou esquecida.
Assim, ao nível da proteção civil, é cada vez mais premente também criar na localidade da Candosa um acesso nevrálgico, rápido e seguro ao rio para o abastecimento de viaturas de combate a incêndios florestais para a zona, em caso de necessidade.
As acessibilidades mereceram igualmente a melhor atenção do G.I.G.. Não é possível continuar a protelar uma intervenção de fundo nas estradas municipais, sob pena de dentro de pouco tempo ficarem completamente intransitáveis como por exemplo: a Estrada para a Quinta das Águias, a estrada para Ádela, o Largo da Malhada, a estrada no alto da Folgosa, a estrada até à ribeira de Ádela, cuja utilização ainda se tornou mais necessária, após o enceramento do SAP, na sede de concelho, obrigando os doentes a deslocarem-se a Arganil a partir da 20H00.
Com este rol de problemas, às populações já não lhes basta estarem doentes!
Sem remédios milagrosos, o G.I.G. foi ao terreno ouvir e dar uma palavra de solidariedade de forma a poder nos devidos locais pronunciar-se em nome das populações… Futuramente, este tipo de ação continuará em todas as freguesias do concelho, sentindo que é a forma mais séria de estar na política.
20/05/14