segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A tentação dos boys no IEFP

PS afastou 120 dirigentes do Instituto do Emprego e Formação Profissional.
Nos três meses, o Governo exonerou 120 funcionários com cargos de chefia no IEFP. Num país onde isto acontece sempre que os governos mudam, um dia deixa de ser notícia. 
Felizmente, ainda é. 
Este ano, com uma nuance nova: dez abriram processos em tribunal. Argumentam que são técnicos e não boyse que não há razão para terem sido demitidos. É verdade que muitos foram escolhidos pela Cresap, criada para garantir que os melhores – e não os mais bem conectados –, dirigem a máquina do Estado. 
Mas também é verdade que a Cresap não conseguiu fazer desaparecer do país a tentação dos interesses partidários: quando os candidatos ficavam reduzidos aos três melhores, o Governo de Passos e Portas escolheu quase sempre os militantes ou os próximos do PSD e do CDS. 
Agora, é a vez do PS. Num estilo mais rápido, o novo governo substituiu as chefias sem Cresap e sem aviso. Com menos artifício cosmético, mas também com artifício. Boa parte do cansaço em relação ao "bloco central" passa por aqui.
in Pùblico 22.08.2016

sábado, 20 de agosto de 2016

Góis Mal Amado pela autarquia e visitantes descuidados

Se fosse só na altura da concentração ainda passava, mas tem sido o verão inteiro assim. Não há compreensão que aguente. 
Os campistas também preferiam o cerejal, mas têm que ir pagar ao Castelo. Esta avenida é um cartão de visita mas não é neste estado degradante. Se é sombra que querem ponham-nos do outro lado do rio, no parque em frente ao ginásio e do actual parque de caravanas, que durante o verão se encontra vazio em contraste com a avenida. Têm lá muita sombra e só precisam sair aquando da concentração das motards. 

Agora no centro da vila é que não, nem de um lado nem do outro, porque se torna feio. Os Góienses e outros turistas (que atém são em maior número e deixam bem mais) os que acampam, ou alugam casas, ou simplesmente visitam família no verão gostam de usar a dita avenida para passeios de fim de tarde e noite, vêm-se privados de o fazer tranquilamente porque de repente estão a entrar nas salas de jantar e cozinhas dos caravanistas. Um espectáculo bizarro!

QUEREMOS TURISMO DE QUALIDADE E NÂO DE NÚMEROS 
Vamos fazer um exercício,  de facto o que é que Góis ganha com este tipo de turismo? Góis precisa de um turismo de qualidade em harmonia com a sua natureza, não o turismo maximizado do farnel. Este último só deixa sacos de plástico, guardanapos de papel, embalagens vazias pelas margens do rio e nas praias. Há praias como a do cerejal, que nem recolha ou caixas de lixo têm, nem placas de casa de banho há.

À beira do rio é um problema até ecológico, de facto alguns caravanistas, eu próprio vi enquanto passeava, atirarem bacias de água directamente para o rio. 

É lamentável o cuidado com a vila de Góis ter desmoronado bastante. O rio que é uma bandeira da autarquia e instituições locais para o turismo, não recebe a protecção e cuidado devido. Não existe uma boa política de limpeza e ainda menos de preservação. Se não querem limpar ao menos incentivem os visitantes a manterem os parques, rio e praias fluviais limpos. Não venham dizer que a bandeira azul prova o contrário, após o inverno até está limpo, mas assim que abrem as praias, fica uma lástima. Antes a barragem ainda fazia uma descarga pelas sete da noite, o que fazia uma certa limpeza, mas agora nem isso.

Os espaços de lazer concedidos pela autarquia a privados, também estão com um toque de mau gosto e falta de qualidade. Podia ser chic, mas é chiqueiro. 







Fotografias cedidas por Acacio Moreira

Góis Mal Amado pela autarquia e visitantes descuidados

Se fosse só na altura da concentração ainda passava, mas tem sido o verão inteiro assim. Não há compreensão que aguente. 
Os campistas também preferiam o cerejal, mas têm que ir pagar ao Castelo. A AV. Eng. Álvaro de Paula Dias Nogueira é um cartão de visita de Góis, mas não é neste estado degradante. Se é sombra que querem ponham-nos do outro lado do rio, no parque em frente ao ginásio e do actual parque de caravanas, que durante o verão se encontra vazio em contraste com a avenida. Têm lá muita sombra e só precisam sair aquando da concentração das motards. 

Agora no centro da vila é que não, nem de um lado nem do outro, porque se torna feio. Os Góienses e outros turistas (que até são em maior número e deixam bem mais) os que acampam, ou alugam casas, ou simplesmente visitam família no verão gostam de usar a dita avenida para passeios de fim de tarde e noite, vêm-se privados de o fazer tranquilamente porque de repente estão a entrar nas salas de jantar e cozinhas dos caravanistas. Um espectáculo bizarro!

QUEREMOS TURISMO DE QUALIDADE E NÂO DE MASSAS
Vamos fazer um exercício,  de facto o que é que Góis ganha com este tipo de turismo? Góis precisa de um turismo de qualidade em harmonia com a sua natureza, não o turismo maximizado do farnel. Este último só deixa sacos de plástico, guardanapos de papel, embalagens vazias pelas margens do rio e nas praias. Há praias como a do cerejal, que nem recolha ou caixas de lixo têm, nem placas de casa de banho há.

À beira do rio é um problema até ecológico, de facto alguns caravanistas, eu próprio vi enquanto passeava, atirarem bacias de água directamente para o rio. 

É lamentável o cuidado com a vila de Góis ter desmoronado bastante. O rio que é uma bandeira da autarquia e instituições locais para o turismo, não recebe a protecção e cuidado devido. Não existe uma boa política de limpeza e ainda menos de preservação. Se não querem limpar ao menos incentivem os visitantes a manterem os parques, rio e praias fluviais limpos. Não me venham dizer que a bandeira azul prova o contrário, após o inverno até está limpo, mas assim que abrem as praias, fica uma lástima. Antes a barragem ainda fazia uma descarga pelas sete da noite, o que fazia uma certa limpeza, mas agora nem isso.

Os espaços de lazer concedidos pela autarquia a privados, também estão uma lástima de mau gosto e falta de qualidade, agora até carpete têm na esplanada e até já lá esteve um lavatório de casa de banho exposto.... Podia ser chique, mas é chiqueiro. 







Fotografias cedidas por Acacio Moreira

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Programa Oficial

23ª Concentração Motard em Góis

23ª Concentração Motard em Góis espera 15 mil visitantes

No ano em que celebra vinte e cinco anos o Góis Moto Clube tem tudo preparado para receber a partir de amanha cerca de 15 mil pessoas, naquela que será a 23ª concentração motard e a 2º com carácter internacional. 

O evento, com a duração de quatro dias, (de 18 a 21 de Agosto), apresenta ainda algumas novidades. Assim sendo as inovações prendem-se desde logo com a entrada do recinto que “está diferente”, revelou Jaime Garcia numa conferência de imprensa realizada para a apresentação desta edição, garantindo, que desta forma “vamos ter uma recepção diferente”. “E não há nada melhor do que receber melhor os visitantes da Concentração”, enfatizou o presidente da assembleia-geral do Góis Moto Club anunciando que “há também um conjunto de melhorias na logística”. 

Com efeito, precisou o dirigente, ao adquirir o bilhete geral, que custa, à semelhança dos anos anteriores, 25 euros, os participantes têm direito “a um brinde, que é uma bebida nova, o Strongbow, cujo lançamento irá ser feito em Góis, pela Central de Cervejas, parceiro da Concentração”. 

Outra das novidades diz respeito á animação, e dado que a concentração apresenta um cariz internacional, Jaime Garcia reforçou que “temos uma banda espanhola, os Calle Del Ruido, uma banda de rock e metal da Galiza muito conhecida em Espanha e que vai ser um ponto alto para os espanhóis”. 

Informando que este evento está a ser divulgado em Espanha, o dirigente confessou que “contamos ter muitos representantes espanhóis na concentração”, assim como outros participantes estrangeiros, e, por essa razão, anunciou, “vamos ter à entrada um conjunto de mastros com bandeiras de diferentes países”, assim como “informações em três línguas, português, espanhol e inglês”. 

Ainda relativamente ao programa Jaime Garcia, recorda com satisfação que a abrir estará Quim Barreiros, “uma boa forma de começar, com o pessoal aos pulos”, sublinhou, adiantando que, pela primeira vez, este ano, vai estar em palco “uma banda de rock feminina muito irreverente”, neste caso, a banda Anarchicks. 
Entretanto os Xutos & Pontapés que já participaram em várias edições, também têm concerto marcado para o dia 20 de Agosto.“Quando o Góis Moto Clube faz 25 anos, não poderia comemorar sem a sua presença”, declara Jaime Garcia.

Isabel Duarte in Radio Clube de Arganil 17.08.16

Góis em Festa



Feriado Municipal em Góis com entrega de medalhas de ouro, de mérito e de serviço publico

O Feriado Municipal de Góis  teve como ponto alto, esta manha, a distinção de três instituições e três individualidades. 

Assim, com o mais alto galardão do município, a medalha de ouro, foram agraciados o Município de Oroso, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Góis e o Góis Moto Clube, enquanto que o professor doutor Carlos Alberto Poiares recebeu a medalha de mérito e dois funcionários da autarquia já aposentados receberam a medalha de serviço publico, nomeadamente, Alberto Pereira e Elisa Santos, viúva do presidente José Girão Vitorino. 


O momento ficou ainda marcado pela última intervenção de José Carvalho na qualidade de presidente da Assembleia Municipal de Góis, uma vez que o autarca anunciou a renúncia ao cargo na passada quarta feira no final de uma Assembleia Municipal extraordinária afirmando que apenas o ocuparia até ao dia 14 de Agosto, ou seja, até ao dia de hoje, de forma a ainda puder participar na cerimónia do Feriado Municipal. 

A esse propósito Lurdes Castanheira declarou tratar-se “do Feriado Municipal mais difícil para mim”, uma vez que, sustentou, “é o dia do município, um dia de festa, que devemos celebrar com a dignidade que todos os goienses nos merecem, mas por outro lado vimos sair o presidente da Assembleia Municipal”, confessando que José Carvalho lhe irá “fazer muita falta”. 
Assim sendo, afirmou, “tenho que estar dividida entre o dia de festa e o momento de reflexão”, anunciando desde logo que, “não deixarei, no momento certo, de propor a maior homenagem e o reconhecimento que ele merece”. 

Posteriormente e tendo por base a premissa de que a “vida autárquica tem como desígnio primeiro servir um território e as suas populações”, e considerando que “é exactamente isso que nos move”, a presidente da Câmara Municipal de Góis informou que a autarquia tem actualmente, “mais de dois milhões de euros comprometidos para efeitos de investimento publico”, sublinhando porem que “esse valor tem claramente associado candidaturas ao novo Quadro Comunitário, receita municipal e também dois empréstimos bancários destinados á construção do parque municipal e á melhoria da rede viária do concelho”. 

Por fim deixou a todos uma “mensagem de resistência e resiliência”, considerando que “temos um compromisso com os goienses de trabalho, de realizações e concretizações”, e por isso, afiançou, “temos que fazer o melhor que sabemos e podemos por Góis, estamos á frente de uma instituição que exige estabilidade, dedicação, profissionalismo e rigor”. 

Lurdes Castanheira deixou ainda um apelo aos trabalhadores da autarquia e comunidade goiense para que “nos ajudem a continuar a construir o processo de desenvolvimento do concelho de Góis”, recordando que “está muita coisa em jogo, as oportunidades para o concelho de Góis no âmbito do Quadro Comunitário de Apoio, que temos que saber aproveitar”.

Isabel Duarte in Rádio Clube de Arganil, 13.08.16

domingo, 14 de agosto de 2016

Emprego em gabinetes de políticos sobe 22% e atinge máximo

Desde pelo menos 2011 que não havia tanta gente a trabalhar nos gabinetes de membros do governo da administração central e regional. A nível dos membros do Governo a subida é de 11% em termos homólogos. Na Madeira dispara 49%.
O número absoluto pode ser pouco expressivo no universo do Estado, mas a variação é tudo menos discreta. O emprego nos gabinetes de membros do Governo da administração central e regional subiu 22% num ano, sobretudo devido à evolução registada no governo central (11%) e na Madeira (49%).

Na administração central, o número de postos de trabalho em gabinetes de membros do Governo começou a subir de forma acentuada a partir do final do ano passado e aumentou 11% em termos homólogos. Em causa estão 1.084 postos de trabalho no final de Junho, o número mais elevado desde, pelo menos, final de 2011, altura em que a série da Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP) começou a ser publicada.
Esta variação, que consta de um relatório oficial publicado esta sexta-feira, 12 de Agosto, contrasta com o aumento de 0,7% no número total de trabalhadores das administrações públicas. A evolução registada no último trimestre está, aliás, em contraciclo: enquanto de uma forma global o emprego no Estado caiu, nestes gabinetes continuou a subir.

Veja o infograma aqui.

Mais expressiva do que a subida registada na administração central só mesmo a que foi registada nos gabinetes do governo regional da Madeira, onde o número de postos de trabalho subiu 49%, também para o número mais elevado de que há registo.

O governo regional da Madeira tem, aliás, 767 pessoas nos seus gabinetes, cinco vezes mais do que o governo regional dos Açores. O Governo regional diz que aqui também estão incluídos funcionários públicos.
A Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP), publicada esta sexta-feira, baseia-se na informação enviada trimestralmente pelos serviços públicos à Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público, uma entidade tutelada pelo ministério das Finanças.
Nos gabinetes das administrações central e regionais trabalham agora 1.987 pessoas, que correspondem a 0,3% do total de empregos nas administrações públicas.

O que justifica estas subidas?

Questionada pelo Negócios, fonte oficial da secretaria regional de Finanças e administração pública da Região Autónoma da Madeira responde que neste grupo não estão só nomeações políticas, mas também trabalhadores.

"No caso da Região Autónoma da Madeira, os gabinetes dos membros do Governo Regional compreendem postos de trabalho de livre designação (vulgo cargos de nomeação política), mas também os trabalhadores em funções públicas (isto é, com vinculo à função pública) afectos às unidades orgânicas (direcções de serviço e divisões) e secções ou áreas de coordenação administrativa, que prestam apoio aos departamentos do Governo (ao nível da administração central, por exemplo, estes trabalhadores estão afectos às secretarias-gerais)", responde fonte oficial.

"Dito de outro modo, a realidade da RAM não é comparável com as realidades da Administração Central e da RAA, já que nestes casos os gabinetes têm apenas os trabalhadores de nomeação política", acrescenta.

Quanto ao aumento de postos de  trabalho registado nos gabinetes, "o mesmo resulta da reestruturação de serviços que foi operada, e que fez com que trabalhadores com vínculo à função pública que estavam afectos às áreas de reabilitação psicossocial e terapêutica e inclusão de pessoas com deficiência que se encontravam integradas numa direcção regional da Secretaria Regional de Educação (SRE) passassem, de forma transitória, para o Gabinete da Secretaria Regional da Inclusão e dos Assuntos Sociais", conclui.

E na administração central? O Negócios colocou questões idênticas esta sexta-feira ao final da manhã ao Ministério das Finanças, que ao fim da tarde remeteu para a Presidência do Conselho de Ministros, e aguarda resposta.

CATARINA ALMEIDA PEREIRA in Jornal de negocios 12.08.2016

Conheça a lista dos 332 políticos que têm direito a subvenção vitalícia

É a primeira vez que é divulgada a lista completa de ex-políticos que foram beneficiados com uma subvenção vitalícia. São 332 nomes de ex-políticos, entre nomes incontornáveis e outros já esquecidos.
Se não conhecer nenhum nome entre os 332 políticos que estão na lista daqueles que têm direito a subvenções mensais vitalícias, então é porque não esteve em Portugal nos últimos tempos.
Foi precisamente a 9 de maio de 1985, há 31 anos, que o Governo de Mário Soares, apoiado pelo PSD, criou o sistema de subvenções vitalícias atribuível a detentores de cargos públicos, entre governantes, deputados, autarcas ou também juízes do Tribunal Constitucional. O sistema foi suspenso a partir de 2005, por iniciativa do Governo de José Sócrates. No entanto, aqueles que até àquele ano beneficiavam das subvenções mensais vitalícias continuaram a recebê-las.
De ex-primeiros-ministros a antigos deputados, líderes partidários de outrora, autarcas reformados a juízes do Tribunal Constitucional, são poucos os que faltam nesta lista. O documento é agora tornado público pela primeira vez depois de um jornalista ter apresentado queixa à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) contra o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, liderado por António Vieira da Silva, que tem a tutela da Caixa Geral das Aposentações. O parecer da CADA veio dar razão ao queixoso. A lista completa foi tornada pública pela revista Visão.
Manda a lei que aqueles que constam na lista, mas exercem funções políticas, não recebam nada até cessarem funções. Além disso, aqueles que trabalham para o setor privado e que daí tiram mais de €1257,66, recebem um valor parcial.
Entre aqueles que recebem o valor total, constam os nomes do ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates (€2 372); António Arnaut, ex-ministro da saúde do PS (€2 905); Ângelo Correia, antigo ministro, deputado e dirigente do PSD (€2 685,53); João Mota Amaral, ex-deputado do PSD e presidente da Assembleia da República (€3 115,72); Carlos Carvalhas, ex-secretário-geral e deputado do PCP (€2 819,88); ou a ex-juíza do Tribunal Constitucional e ex-presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves (€3 432,78). Os valores apresentados são brutos.
A receber a subvenção com uma redução parcial estão nomes como o antigo primeiro-ministro socialista António Guterres (€4 138,77 com redução); Adriano Moreira, ministro do Ultramar durante o Estado Novo e mais tarde deputado do CDS-PP (€2 685,53 com redução); ouArmando Vara, ministro pelo PS e mais tarde condenado no âmbito do processo Face Oculta (€2 014,15 com redução).
Há ainda outros nomes sonantes entre aqueles que estão contemplados na lista de beneficiários mas que, de momento, não recebem nada. É o caso do ex-primeiro-ministro Pedro Santana Lopes, do PSD;António Bagão Félix, do CDS-PP; Manuela Ferreira Leite, do PSD; ou António Vitorino, do PS.
quantia mais baixa, fixada em €883,59 mensais, vai para o ex-deputado socialista Renato Pereira Leal. A mais alta, que sobe aos €13 607,21, é atribuída a Vasco Rocha Vieira, último Governador de Macau. No entanto, no caso deste, a subvenção é alvo de uma “redução parcial” por motivos de “imposição legal”.
A lista não inclui ex-Presidentes da República nem ex-titulares de cargos políticos na Região Autónoma da Madeira.
Veja a lista completa aqui:
in obeservador.pt 12.08.2016