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terça-feira, 25 de junho de 2019

Pedrógão Grande: Góis e Penela fazem balanço positivo da atuação do Governo

Castelo Branco, 13 jun 2019 (Lusa) -- As Câmaras de Góis e de Penela fazem um balanço positivo da atuação da Administração Central, ao nível de apoios e investimentos disponibilizados, passados dois anos dos incêndios de junho de 2017.


O balanço que faço, apesar de todos os prejuízos, é positivo, no que diz respeito aos apoios e investimentos da parte da Administração Central", afirmou à agência Lusa a presidente da Câmara de Góis, Maria de Lurdes Castanheira.


Já o seu homólogo de Penela, Luís Matias, realça que a capacidade de resposta "foi boa" e recorda que o país nunca tinha passado por uma situação como aquela que se viveu durante os incêndios de 2017.


"Penela não teve o nível de prejuízo e de estruturas afetadas como outros concelhos, quer ao nível de habitações, quer de infraestruturas", frisou.


Luís Matias disse que todas as infraestruturas municipais afetadas foram requalificadas e repostas, bem como toda a parte da sinalética, pavimentos e contentores de lixo.


A autarca de Góis explicou que a maior intervenção no seu concelho veio do Fundo Ambiental para a recuperação e requalificação do rio Ceira e da ribeira de Sinhel.


Adiantou ainda que foi também feita a estabilização de emergência, recuperação de taludes, remoção e limpeza de todo o material lenhoso em áreas não particulares, entre outros trabalhos.


"As duas empreitadas ultrapassam o milhão de euros e estão em franco desenvolvimento. O atraso que se verificou (os trabalhos eram para estar concluídos em 2018), teve a ver com procedimentos e a burocracia inerente", sublinhou.


Maria de Lurdes Castanheira explicou que, como ambas ultrapassavam os 350 mil euros, ficaram sujeitas ao visto do tribunal de Contas. Disse também que as próprias circunstâncias climáticas influenciaram o decorrer dos trabalhos.


Já em relação às habitações afetadas pelo incêndio de junho de 2017, oito que ficaram totalmente destruídas e quatro parcialmente danificadas, explicou que ainda não há nenhuma família instalada.


Contudo, entende que a entidade que deve responder sobre o assunto é a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), "que é a entidade promotora das empreitadas".


A autarca adiantou que a câmara fez um empréstimo, no valor de cerca de 166 mil euros, ao Fundo de Apoio Municipal (FAM), para apoiar pessoas que perderam segundas habitações.


"Como não houve apoios para estas habitações por parte do Estado, a câmara criou um regulamento com essa finalidade. O empréstimo é de 165.796 euros, a ser pago em cinco anos. O investimento total, entre público e privado, ultrapassa os 300 mil euros", explicou.


No concelho de Góis, foram afetadas pelo incêndio 34 segundas habitações e há 13 pessoas que já se candidataram a esta ajuda.


Os incêndios de junho de 2017, que começaram em Pedrógão Grande, provocaram a morte a 66 pessoas e ferimentos a mais de 250.


Uma extensa área florestal foi devastada pelo fogo, assim como inúmeras empresas e habitações.


in, DN

 

domingo, 30 de outubro de 2016

Privados podem gerir terrenos florestais sem dono conhecido

O Governo vai criar o Banco de Terras, que incorporará todo o património rústico do Estado e o património rústico sem dono conhecido que vier a ser identificado. O Estado pode assumir a gestão desse património, ou cedê-la a título provisório a Sociedades de Gestão Florestal (SGF) ou outras entidades. A medida foi hoje, 27 de Outubro, aprovada em Conselho de Ministros.
Este diploma garante que, podendo gerir ou ceder a gestão a título provisório, não pode ceder ou transaccionar de forma definitiva qualquer propriedade sem dono conhecido integrada no Banco de Terras ao longo de um período de 15 anos, sendo a sua posse restituída ao seu legítimo proprietário em qualquer momento, se entretanto for identificado.
“O objectivo desta medida é promover a exploração da floresta, facilitar o acesso à terra por entidades interessadas, bem como permitir o redimensionamento de explorações com vista a promover a gestão profissionalizada da floresta e a sua viabilidade económica”, pode ler-se no comunicado do Conselho de Ministros.
É igualmente criado o Fundo de Mobilização de Terras, constituído a partir das receitas provenientes da venda e arrendamento das propriedades do Banco de Terras. O Fundo destina-se à aquisição de novo património, que será incorporado, por sua vez, no Banco de Terras e disponibilizado para venda ou arrendamento a agricultores, preferencialmente jovens, e a outras entidades, designadamente SGF quando se tratar de património com vocação florestal.
“A reforma do sector florestal constitui uma prioridade da política do XXI Governo no quadro da valorização do território nacional. Sendo a floresta um activo de enorme relevância estratégica para o desenvolvimento económico e para a sustentabilidade ambiental, é necessário reavaliar e reformular as políticas públicas tendo em vista uma reforma do sector que proteja os seus recursos e promova os seus activos”, refere o comunicado.
“A execução destas políticas revela-se tanto mais urgente quando consideramos os enormes prejuízos causados pelos incêndios florestais, que este ano voltaram a assolar drasticamente o País, com graves consequências sociais, económicas e ambientais”, acrescenta o Executivo.
Num Conselho de Ministros dedicado em exclusivo à política florestal, o Governo aprovou hoje na generalidade um conjunto de medidas legislativas que serão submetidas a debate público alargado, de modo a envolver a administração central, as autarquias, a comunidade académica e a sociedade em geral. “Este conjunto de medidas procura responder aos grandes desafios da floresta portuguesa e está ancorado em três áreas de intervenção: titularidade da propriedade; gestão e ordenamento florestal; e defesa da floresta nas vertentes de prevenção e de combate aos incêndios”, diz o documento.
Informação Cadastral Simplificada
O Governo pretende ainda criar o Sistema de Informação Cadastral Simplificada, a propor à Assembleia da República. O sistema de cadastro apoiará os proprietários na identificação dos seus prédios, através de um balcão único que permitirá simplificar procedimentos, inovar as formas de relacionamento com os utentes, promover a transparência de informações e acolher a geo-referenciação de todos os prédios, contribuindo para o conhecimento da estrutura fundiária do território, imprescindível para a gestão, controlo e planeamento territorial.

Tendo em vista potenciar o valor económico da floresta num quadro de sustentabilidade ambiental e territorial, foram aprovadas várias medidas de gestão e ordenamento florestal, tais como a da criação do regime de reconhecimento das Sociedades de Gestão Florestal, com o objectivo de fomentar a gestão florestal profissional e sustentável, reforçar o aumento da produtividade e rentabilidade dos activos florestais e melhorar o ordenamento do território, acolhendo a evolução organizativa das Zonas de Intervenção Florestal.
Por outro lado, o Governo pretende simplificar as normas de funcionamento das Zonas de Intervenção Florestal (ZIF), de forma a melhorar o funcionamento das ZIF já existentes, potenciando o seu alargamento e tornando possível que as mesmas possam promover a adesão de novos proprietários ou produtores florestais, através de um trabalho técnico de extensão florestal.
Mais poder para os municípios
Outra das medidas anunciadas hoje passa pela alteração do regime jurídico dos planos de ordenamento, de gestão e de intervenção de âmbito florestal, procurando atribuir aos municípios uma gradual e maior intervenção nos processos de decisão relativos ao uso do solo através da transferência efectiva das normas dos Planos Regionais de Ordenamento Florestal para os Planos Directores Municipais.
O Conselho de Ministros aprova ainda o novo quadro de incentivos e isenções fiscais e emolumentares para o sector florestal, no âmbito das boas práticas silvícolas e da defesa da floresta contra incêndios, “promovendo a rendibilidade dos activos e tornando mais atractiva a silvicultura”.
in Agricultura e Mar 27/10/2016

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

“O turismo está a crescer em Portugal mas cresce no segmento mais barato”

Presidente executivo do grupo tailandês que comprou a cadeia de hotéis Tivoli, defende que "o problema é que quando temos os turistas mais baratos, não gastam dinheiro noutras coisas”.
Dilip Rajakarier acredita que turistas “baratos provocam mais danos que benefícios” DR 


O crescimento do turismo em Portugal é sustentável ou uma moda passageira?
Depende do compromisso do Governo em manter este crescimento sustentável. Porque hoje o país está focado em quatro ou cinco mercados chave: Reino Unido, Alemanha, França, Espanha e Brasil. É preciso olhar um pouco mais além porque estes mercados podem desaparecer. Se algo acontecer no Reino Unido ou em Espanha estão demasiado expostos. Sendo o turismo, hoje, uma actividade tão global, como é que então se promove Portugal na China, Índia, Médio Oriente, Ásia? Isto é essencial e o Governo tem, primeiro, de reconhecer [esta abrangência]. Depois, é preciso alocar os recursos, o marketing e as relações públicas para divulgar Portugal e dar incentivos a quem procura investir, algo que não aconteceu nos últimos anos porque muitos dos hotéis não são fantásticos, em comparação com outros fora do país.
É preciso elevar o standard?
É preciso elevar Portugal.
Porque é um destino demasiado barato?
É barato e é assim que tem sido percepcionado. É um dos destinos mais baratos da Europa. Não há mal nenhum em ser barato. O problema é que quando temos os visitantes mais baratos, não gastam dinheiro noutras coisas, em comida, bebida, spas, compras. Estes serviços são essenciais para o turismo e também para as receitas do Estado. Não se trata apenas de ter hotéis de luxo. Para atrairmos os turistas certos, dispostos a desembolsar 200 ou 300 euros, precisamos de ter hotéis e infra-estruturas. Os visitantes irão gastar mais e todos beneficiam. Penso que esta deve ser a prioridade.
Em termos de infra-estruturas, a maior necessidade é a das ligações aéreas?
Sim, a conectividade é importante. Veja o caso do Qatar, Abu Dhabi ou Dubai. Porque é que são tão famosos? Porque ficam à distância de uma única escala desde qualquer ponto do mundo. Mas se eu quiser organizar um evento em Vilamoura, onde estamos a fazer o centro de conferências, quem vier terá de fazer mais de uma paragem. Esse é o desafio que Portugal tem. O Governo tem de fazer algo para alargar a infra-estrutura e captar procura. Caso contrário irá sempre jogar o jogo dos preços baixos. Isso não é bom para o país. O custo de vida aumenta todos os anos, mas as tarifas dos quartos ou os salários dos trabalhadores não podem crescer ao mesmo ritmo. Como empresário, o que é que faço? Paro de investir nos hotéis, que se tornam menos atractivos.
No dia em que falamos há um protesto dos sindicatos da hotelaria que reclamam melhores salários, num contexto de recordes sucessivos de receitas. Os ordenados em Portugal são baixos?
Uma coisa é a aspiração dos trabalhadores, que acreditam que os seus salários devem evoluir mais rapidamente. Outra são os hoteleiros que se confrontam com o facto de os preços não evoluírem assim tão rapidamente. Tem de existir equilíbrio. Sim, o turismo está a crescer em Portugal mas, por vezes, cresce no segmento errado por vezes, no segmento mais barato. Se estamos a cobrar 30 ou 40 euros por quarto e eu investi, por exemplo, 200.000 euros, quanto tempo levarei a recuperar o investimento? Tem de ser uma parceria entre os trabalhadores e as empresas. Entendo as suas frustrações, mas ao mesmo tempo Portugal está a sair de uma crise e muitos perderam o emprego. Se não andarmos para a frente e não melhorarmos a economia entraremos de novo numa crise.
Há uma crescente apreensão dos moradores de Lisboa quanto ao aumento do turismo. Como é que se conjuga estes dois mundos?
Tudo se resume ao tipo certo de turistas. Se atrairmos visitantes dispostos a pagar 300 ou 400 euros por noite todos ficam contentes. O restaurante estará cheio, o autocarro estará cheio… Ninguém se vai queixar. Mas se atrairmos turistas “baratos”, que sujam a cidade… Na verdade, provocam mais danos do que benefícios. É preciso dar prioridade à qualidade em vez do volume. Não é só um problema de Portugal. Abrimos um hotel no Sri Lanka em Dezembro do ano passado e cobramos 800 dólares por noite. Chamaram-nos de loucos porque o preço por quarto no Sri Lanka é, no máximo, de 100 ou 200 dólares. Mas o nosso produto é fantástico, investimos 60 milhões de dólares e o que aconteceu? As villas, o produto mais caro e que custavam 1200 dólares a noite, foram as primeiras a vender.
Em Portugal qual seria a tarifa certa?
Mesmo que estabelecêssemos um standard nos 300 dólares é possível. É barato em comparação com outras capitais europeias. Em Londres as pessoas estão dispostas a pagar 600 libras por quarto e 50 libras por um jantar. Aqui gastam 120 euros - e em alguns dos nossos hotéis gastam 50 euros actualmente. Chamamos ao nosso hotel de Coimbra o “50/50”: 50 euros por noite, 50% de taxa de ocupação… É de loucos. É preciso elevar o standard e investir na experiência.
in Público 06.10.16

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Presidente da Câmara de Góis arguida por difamação a um vereador do seu partido

A autarca acusou o seu antigo “número dois” de “falta de lealdade e incompetência” no exercício das funções autárquicas

A presidente da Câmara de Góis, a socialista Lurdes Castanheira, foi constituída arguida num processo por difamação movido por um vereador do seu partido, confirmou nesta quinta-feira a própria à agência Lusa.

O processo remonta a finais de 2014, quando José Rodrigues, eleito na lista do PS, se sentiu ofendido por declarações à imprensa em que a presidente acusou o seu antigo “número dois” de “falta de lealdade e incompetência” no exercício das funções autárquicas.

A presidente da Câmara retirou os pelouros e a confiança política a José Rodrigues, que no anterior mandato (2009-2013) tinha assumido a vice-presidência e que, em Dezembro de 2014, desempenhava funções no executivo a tempo inteiro.

Na sequência da queixa-crime ao Ministério Público, Lurdes Castanheira foi ouvida na 2.ª Secção do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra, estando o inquérito já concluído.
A arguida foi acusada pela prática do crime de difamação nos autos de um processo, agora em curso no 3.º Juízo da Instância Local Criminal da Comarca de Coimbra, no qual José Rodrigues figura como assistente.

Lurdes Castanheira disse hoje à Lusa que “não tinha intenção de ofender” o vereador, alegando que as suas declarações “infelizmente foram deturpadas” pela comunicação social.

Em Dezembro de 2015, por proposta de José Rodrigues, a Câmara de Góis retirou à presidente as competências que tinha delegado em Lurdes Castanheira no início do mandato.

Na ocasião, em declarações à Lusa, o vereador disse ter tomado tal iniciativa por entender que a presidente “deixou de reunir condições mínimas para continuar à frente dos destinos da autarquia de Góis, após o chumbo por duas vezes do orçamento” e das grandes opções do plano para 2016.

Nos últimos meses, José Rodrigues e os dois vereadores da oposição, Diamantino Garcia e Helena Moniz, eleitos pelo Grupo de Cidadãos Independentes por Góis, têm tomado várias posições em conjunto, acabando por funcionar como maioria num executivo constituído por cinco membros.

Em Julho, Garcia, Moniz e Rodrigues, todos antigos vice-presidentes da Câmara eleitos em listas do PS, abandonaram a reunião da Câmara em desacordo com a presidente sobre alterações ao mapa de pessoal.

Em Agosto, o presidente da mesa da Assembleia Municipal, José António Carvalho, do PS, renunciou ao cargo.

Lurdes Castanheira reafirmou que “continua a ponderar” avançar com uma acção em tribunal com vista à dissolução do executivo.

in Público, 15.09.2016

sábado, 10 de setembro de 2016

Autárquicas: PS receia perder em Coimbra

A um ano das próximas eleições autárquicas, a reconquista das presidências das câmaras municipais de Coimbra e Góis é tida como difícil por parte da direcção do PS.
Segundo o diário Público, o partido elaborou uma lista com os 10 municípios onde acha que haverá elevado grau de dificuldade para repetição de triunfos. Trata-se dos de Coimbra, Góis, Barcelos, Golegã, Matosinhos, Marinha Grande, Nelas, Torres Novas, Vila do Bispo e Vizela.
Deste elenco, assinala o diário, a “grande surpresa” é a Câmara Municipal de Coimbra (CMC), cujo presidente, Manuel Machado, foi eleito para quarto mandato, em 2013, depois de ter cumprido três consecutivos (1990 - 2001).
A jornalista Margarida Gomes alude a quem considere que a “forma apagada como [o autarca] tem gerido o Município” prejudica o PS.
Há três meses, o “Campeão” noticiou a realização de uma sondagem, a cargo da empresa Pitagórica, tendo em vista as eleições autárquicas de 2017, testando a popularidade de Manuel Machado e as de outros três potenciais candidatos do PS à presidência da CMC.
Para aferir as hipóteses de sucesso do actual líder do Município conimbricense, aquela sociedade vocacionada para estudos de mercado propôs o confronto da provável recandidatura dele com as hipotéticas candidaturas de Maria Manuel Leitão Marques (ministra), Duarte Nuno Vieira (director da Faculdade de Medicina da UC) e João Galamba (deputado à Assembleia da República).
A Pitagórica não revelou a pedido de quem efectuou o estudo de opinião.
O segredo não permite fazer luz acerca da autoria da escolha dos nomes das figuras tidas como eventuais alternativas ao autarca, avultando, ainda assim, a particularidade de a ministra da Presidência e da Modernização Administrativa (catedrática da Faculdade de Economia da UC), Duarte Nuno Vieira e João Galamba serem pessoas do círculo de amizades do líder do PS (António Costa).
O Público questionou o líder concelhio do PS/Coimbra, “no sentido de perceber se a recandidatura de Manuel Machado estava garantida”, mas “João Paulo Almeida e Sousa não deu grandes explicações”, limitando-se a referir a inexistência de uma data para anúncio da (re)candidatura.
“Vamos realizar uma Convenção Autárquica, a 05 de Novembro, e ver-se-á se é altura para anunciar a candidatura”, indicou o dirigente partidário, que substituiu Rui Duarte na presidência da Comissão Concelhia de Coimbra do PS.
Quanto ao Município de Góis, a líder camarária, Lurdes Castanheira, enfrenta dificuldades inerentes ao facto de um vereador do PS, José Rodrigues, votar, por vezes, ao lado dos edis eleitos por um movimento independente, na sequência de divergências entre a autarca e o camarada.
in Campeão de Provincias 08.09.2016

Metro: Movimento cívico convoca reunião para 12 de Setembro

O Movimento Cívico de Coimbra, Lousã, Miranda do Corvo, Góis e Poiares convidou, hoje, os cidadãos dos cinco concelhos a reunirem-se, em Miranda, a 12 de Setembro, pelas 21h00, para reivindicarem o reatamento das obras do Sistema de Mobilidade do Mondego.
“O assunto Ramal / Metro não pode continuar esquecido”, alega Jaime Ramos, porta-voz do organismo.

Segundo o ex-governador civil de Coimbra, “foi um Executivo do PS que destruiu o Ramal, tem de ser o XXI Governo a resolver o impasse, que causa sérios prejuízos à região e às pessoas utilizadoras ou potenciais utilizadores”.

in Campeão de Provincias 05.09.2016

domingo, 28 de agosto de 2016

Incêndio em Góis mobiliza duas centenas de bombeiros e cinco meios aéreos

O reacendimento de um fogo em Góis, no distrito de Coimbra, mobiliza mais de duas centenas de operacionais e cinco meios aéreos.
O reacendimento de um fogo em Góis, no distrito de Coimbra, mobilizava esta sexta-feira ao meio-dia mais de duas centenas de operacionais e cinco meios aéreos, de acordo com a página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
Às 12h40 desta sexta-feira, as chamas que lavram nas freguesias de Colmeal e Cadafaz estavam a ser combatidas por 228 operacionais, apoiados por 74 viaturas e cinco meios aéreos, três pesados e dois ligeiros.
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra disse à agência Lusa que estão a ser mobilizados mais meios para combater as duas frentes de fogo, que tiveram início cerca das 9h30, na sequência de um reacendimento.
De acordo com a mesma fonte não existem povoações em risco.
in Obeservador, 26.08.2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Divergências entre eleitos do PS levam presidente da Câmara de Góis a pedir eleições intercalares

Autarca acusa o ex-vice-presidente de inviabilizar a gestão do executivo votando ao lado da oposição e diz que se vai candidatar de novo à presidência

A presidente da Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, quer eleições intercalares para  a autarquia porque considera que não tem condições para cumprir o mandato para o qual foi eleita devido a divergências com o vereador José Rodrigues, a quem foi retirada a confiança política.
“Não tenho nem confiança política nem pessoal no vereador eleito pelo PS. José Rodrigues, que tem votado permanentemente ao lado dos dois autarcas eleitos pelo Grupo de Cidadãos Independentes por Góis, forjando uma maioria que a população não lhes conferiu”, declarou ao PÚBLICO Maria de Lurdes Castanheira, adiantando que se vai recandidatar de novo à câmara.
A socialista, que há dois mandatos preside a esta autarquia no distrito de Coimbra, aguarda apenas que o concelho comemore o feriado nacional no dia 13 de Agosto para apresentar uma proposta de dissolução do executivo (composto por cinco elementos), com vista à realização de eleições antecipadas o mais depressa possível. “Há uma tentativa de assalto ao poder”, critica a autarca, revelando que a dissolução do executivo municipal será feita ao abrigo da lei da tutela administrativa”.
Lurdes Castanheira considera a “situação actual insustentável” e refere que a fractura que existe entre ela e o vereador, que no seu primeiro mandato assumira a vice-presidência da câmara, “começou em Outubro de 2014 quando o vereador resolveu chumbar o orçamento da câmara para 2016 e todos os documentos associados”. Mas o mal-estar já vinha de trás quando a presidente retirou a confiança política a José Rodrigues, que tutelava o pelouro da Acção Social, Cultura, Educação, Desporto, Turismo, “por questões de lealdade e de confiança”. 
Com a vice-presidência entregue a um outro vereador do PS, a relação entre os dois eleitos socialistas tornou-se difícil. A autarca acusa o seu ex-número dois de “estar em sintonia com os dois autarcas do Grupo de Cidadãos Independentes por Góis", Diamantino Garcia e Helena Moniz, ambos eleitos em anteriores eleições nas listas do PS.
José Rodrigues considera as acusações da autarca “completamente injustas” e acusa a presidente de “ser prepotente e de querer impor a sua vontade”. Sem pelouros desde Dezembro de 2014, José Rodrigues não poupa a presidente da câmara, que acusa de “desautorizar sistematicamente as chefias” e deixa nas entrelinhas algum desconforto pelo facto de Lurdes Castanheira não o ter convidado, de novo, para vice-presidente.
Acusando a presidente de “não estar a defender os interesses dos habitantes de Góis”, o vereador diz não temer eventuais punições do partido, mas se isso acontecer – frisa - não terá problemas em entregar o cartão de militante.
Lurdes Castanheira espera que “a seu tempo o partido tome uma posição que leve à expulsão de José Rodrigues do PS” porque - alega a presidente de câmara - “o que o vereador tem assumido é uma postura de traição ao Partido Socialista”. “O que está a ser atraiçoado é o PS e os princípios do PS”, reforça.
A presidente de câmara diz que tem o apoio do PS nesta questão e, ainda esta semana, o presidente da distrital do PS de Coimbra, Pedro Coimbra, condenou, em comunicado, “de forma veemente o comportamento manifestado ao longo deste ano e meio pelos três vereadores em causa que lesam de forma abusiva o interesse público sem honrarem os mandatos que lhes foram confiados para ajudarem a governar o concelho”. Segundo o líder distrital, “a gestão do município de Góis tem assistido a lamentáveis episódios políticos que mais não são do que uma total desconsideração e desprezo pela vida pública e pelos interesses superiores do concelho”.
in , Público 04.08.2016

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Acampamento anual da Leswork reúne comunidade lésbica


Góis recebe quinta-feira o acampamento anual de mulheres onde os 'meninos' estão proibidos de entrar.

Os homens hetero, homo e bissexuais frequentam sítios onde as 'meninas' não entram e, por isso, a rede Leswork vê com naturalidade a organização de um acampamento que veda a entrada ao sexo masculino .


A Leswork  (junção das palavras lesbian e network), atualmente com 700 membros, "é uma rede fechada, aberta apenas à participação feminina, sendo que as nossas participantes são sobretudo lésbicas e bissexuais", o que não quer dizer que a iniciativa seja fechada a heterossexuais, explicou à agência Lusa Cláudia Borralho, criadora desta rede virtual (com página no Facebook)."Na verdade, todas as raparigas são bem-vindas, mas uma heterossexual não terá grande interesse porque aquelas pessoas que vão lá querem conhecer amigas com a mesma orientação sexual, as mesmas questões, os mesmos problemas", realça.O acampamento anual da Leswork (que já organizou uma iniciativa semelhante no ano passado e foi também responsável pelas duas festas Lesboa já feitas em Lisboa) vai realizar-se de quinta-feira a domingo, em Góis, com duas dezenas de participantes inscritas.

Oportunidade para socializar, mas também para aprender


O acampamento pretende "trazer as pessoas para fora da Internet", pondo "pessoas de vários pontos do país em contacto umas com as outras", tendo como objetivo "sobretudo divertir a malta", mas também com "uma vertente didática", incluindo "perguntas sobre o movimento LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros], sobre as associações que existem em Portugal", refere Cláudia Borralho. "Há uma preocupação em dar informação também, sem ser maçudo, sem ser cansativo", acrescenta. Cláudia Borralho criou a rede porque considerava - e continua a considerar - que "existem poucos espaços físicos, e mesmo virtuais, dirigidos apenas a raparigas, apenas a este público específico cuja orientação sexual seja bissexual ou lésbica".

Leswork quer mais locais destinados à comunidade lésbica


"Eu moro perto do 'Elefante Branco'. Se eu quiser entrar no 'Elefante Branco', eu só entro de duas formas, ou como empregada da limpeza ou como stripper. Os homens têm espaços físicos onde só eles entram e isso é aceitável. Nós não questionamos isso, não vou forçar a minha entrada num espaço como o 'Elefante Branco'. Os homens gays, por exemplo, têm saunas onde nós não podemos entrar, (...), têm quartos escuros onde nós não podemos entrar. As lésbicas, as mulheres, não têm um espaço físico onde se encontrar", compara.


A Leswork tenta "colmatar um pouquinho essa falha" com a consciência de estar a dar um "pequeno passo", porque "ainda é um pouco cedo para Portugal" em matéria de defesa de direitos relacionados com a orientação sexual, considera Cláudia Borralho. "As mulheres são discriminadas, mas é importante notar que muitas delas também se discriminam, elas aceitam essa discriminação como uma coisa normal", sublinha, apontando: "Antes de sermos lésbicas ou bissexuais ou heterossexuais somos mulheres, e antes de sermos mulheres somos seres humanos, isso é o que nos une". in Expresso 24/08/11 Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/acampamento-anual-da-leswork-reune-comunidade-lesbica=f669660#ixzz1Vy1kiLr1

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Góis no Mapa

O que, nos últimos dias, foi dito sobre Góis na Imprensa:
  • ACORDA SEM CUECAS EM CONCENTRAÇÃO; Correio da Manhã 24/08/11

  • Jovem diz ter sido vítima de violação em Góis; Diário as Beiras 23/08/11
  • Dois motociclistas sofrem ferimentos graves em despiste; Diário as Beiras 22/08/11
  • Motociclistas com a boca na palhinha da Sagres Zero rumam a casa sem álcool;  Diário as Beiras 22/08/11
Festa motorizada dominou Góis
em mais uma edição de sucesso
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Concentração Mototurística termina hoje com um saldo mais uma vez positivo, muito embora não tenham sido alcançados os 10 mil visitantesA pacata vila de Góis voltou, por mais um ano, a ser literalmente invadida por milhares de motociclistas, e não só, numa tradição que já tem 18 anos e promete continuar, assim haja vontade por parte do Góis Moto Clube e dos seus parceiros. Segundo a organização, não terão sido alcançados os 10 mil participantes, entre motociclistas e os visitantes que apenas querem ver os concertos, mas, mesmo assim, o saldo é positivo e já está a ser pensada a edição de 2012.
(Leia mais na edição impressa do Diário de Coimbra)
Diário de Coimbra 21/08/11


Vinte concelhos com risco máximo de incêndio

Vinte concelhos de Portugal continental estão hoje com risco máximo de incêndio, segundo o Instituto de Meteorologia, um dia depois de ter sido alcançado o recorde de fogos este mês.
Coimbra, com Miranda do Corvo, Arganil, Góis e Pampilhosa da Serra,  e Viseu, com São Pedro do Sul, Castro Daire, Vila Nova de Paiva e Cinfães,  são os distritos com mais concelhos em risco máximo de incêndio, quatro. 
Correio da Manhã 11/08/11

sábado, 20 de agosto de 2011

Concentração Mototurística de Góis atinge maioridade


São cerca de 20.000 os motociclistas e simples curiosos que rumam a Góispara, durante este fim-de-semana, participar em mais uma Concentração Mototurística. O evento já vai na sua 18.ª edição e, segundo o vice-presidente do Góis Moto Clube, a experiência tem enriquecido a iniciativa. Para Jaime Garcia, “já não há muita coisa que se consiga melhorar”, apenas as “condições de segurança e a qualidade de animação” que, de ano para ano, vão crescendo.
Desde ontem, primeiro dia da concentração, que a “área radical é a maior novidade” do evento que se prolonga até domingo, no parque do Baião. No entanto, há outros objetivos para a edição da maioridade e um deles é começar a tornar a concentração mais verde e amiga do ambiente. Este ano, a organização fala na recuperação e reflorestação do parque do Baião que é, naturalmente, afetado pela passagem dos motociclistas.
Além disso, nas próximas edições, o Góis Moto Clube quer “que a festa seja realizada de forma sustentável”. “Queremos que os consumos sejam feitos no comércio regional e local”, sendo que o objetivo é “sensibilizar os motociclistas para o impacto ambiental”, esclarece Jaime Garcia.
in, Diario das Beiras, 19/08/11 Foto: Gonçalo Manuel Martins

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

VAMOS BRINCAR À CARIDADEZINHA, FESTA, CANASTA E BOA COMIDINHA


O Banco Alimentar distribui alimentos fora de prazo mas que estão em condições de serem consumidos, afirma Isabel Jonet, presidente da instituição.
"Todos os alimentos que saem do Banco Alimentar são objecto de controlo de salubridade por parte da Alicontrol, empresa certificada, e estão em condições de serem consumidos, apesar de alguns já terem ultrapassado o prazo de validade", disse ao CM a responsável, acrescentando: "Agora, por exemplo, estamos a distribuir arroz que está fora do prazo. Entregamos às instituições que recebem os alimentos certificados de salubridade".

A primeira citação e´, como saberão pelo menos os mais velhos, de uma canção de José Barata Moura e a segunda de uma notícia que li no Correio da Manhã.
Vem isto a propósito do que vejo ser usual no nosso concelho. A ajuda que se preconiza é DAR algo. Como se isso chegasse. Como se a esmola não fosse uma forma de aliviar a nossa pesada consciência. Como se dar esmola não seja transformar um pobre ... num pedinte. Não, não damos a cana para que o faminto pesque e, muito menos, o ensinamos a pescar. Nós, damos o peixe para que, quando ele acabar, nos voltem a pedir e assim nos sintamos importantes e influentes. 
E aqui, o problema não é só dos políticos. É também das organizações religiosas, nas instituições de solidariedade social, etc. É um problema que nos toca a todos. Quantos de nós não conhecemos famílias que vivem de e para as "esmolas"? Quantas delas realmente têm de facto, necessidades? Quantas delas, depois da primeira ajuda, levantaram a cabeça e iniciaram uma nova vida?
E isto não deveria ser suficiente para invertermos o nosso procedimento? Quando vamos perceber que o nosso papel na sociedade tem de ser outro? Quando vamos perceber que a nossa consciência não pode ficar aliviada com este constante "brincar à caridadezinha"?
Quando perceberemos que, por determos o poder político e institucional para ajudarmos uns e não todos os que precisam e não o fazemos criteriosamente, em vez de ajudarmos os primeiros (que eventualmente não necessita de ajuda) estamos, isso sim, a prejudicar os segundos...

12/8/11 0

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O Jumento - Turismo de Qualidade, Oferta de Excelência

Estou de férias e este fim-de-semana resolvi ir até à Praia dês Canaveias em Vila Nova do Ceira. Devo confessar que é uma das minhas preferidas, pelo espaço, o desafogo, a relva, enfim toda a paisagem que lá se desfruta (também a humana…). 

Porque estamos no Mundo Rural, é engraçado estar na esplanada e ver aquelas lindas vacas deitadas no chão, a apanhar sol. Estou, naturalmente a referir-me aos animais que estão na margem esquerda do rio, dentro de uma cerca, e que pertencem a uma exploração pecuária local. Também o Bar “O caneco” é muito simpático e tem vindo a ser anualmente melhorado. O serviço é eficiente, profissional, atencioso e rápido, o que nem sempre se passa noutros locais. 

No entanto, pude verificar algo que me preocupou. Desde logo, o facto da praia estar cheia de gente (quase toda de fora…) mas, no Bar poucas mesas estavam ocupadas. Percebi que as pessoas, cada vez mais, trazem tudo de casa (até as “mines”…) e só cá deixam o lixo. Será, talvez, o sinal da crise, mas poderá pôr em causa a sustentabilidade destes locais a médio, longo prazo. Nada podemos fazer quanto a isso, dirão alguns, mas parece-me que num Concelho em que tanto se fala de turismo de qualidade, de oferta de excelência e outras balelas idênticas, alguns pormenores poderiam e deveriam ser corrigidos, pois poderiam lever a uma inversão de procedimentos. 

Não se percebe o que se passa com as bandeiras (a azul, a de acessibilidade para todos, etc.). Perderam-se? Não houve candidatura? Parece-me que nestes locais é, talvez, mais importante conservá-los que criá-los. Essas bandeiras tinham um significado muito preciso e a sua ausência pode contribuir para a desconfiança.
Depois, o placard informativo que se encontra à entrada da praia. A cair, nada informa. Um cartaz velho de uma campanha das Lontrinhas que só serviu para encher os bolsos de alguns. Não há, como era costume, qualquer informação sobre a qualidade das águas balneares. Porquê? Já não se fazem análises? A água não está boa para tomar banho? Sendo a porta de entrada na praia, a Câmara Municipal não poderia usar aquele espaço para publicitar o Concelho e os seus monumentos edificados e naturais? Porque não uns folhetos que indiquem o que vale a pena visitar (e há tanto que vale a pena…) no Concelho de Góis?
Depois, o parque de estacionamento. Não poderia ser melhorado? Que tal umas camadas de “toutvenan” bem regadas e compactadas que não permitisse que a falta de educação de alguns permita criar nuvens de poeira que a todos prejudicam. Mas há uma coisa que me deixou perplexo. Quem terá permitido que se montasse um “acampamento” junto ao parque de merendas? Então, em Góis, já não há regras? Qualquer um acampa como e onde quer? Não têm que ser autorizados e licenciados? Não existe fiscalização? Nem quero pensar que aquele acampamento tenha sido superiormente autorizado. E que bonito é passar na rua central da Várzea Pequena e reparar no estendal daquele “acampamento”: é um farto colorido de camisolas, cuecas, toalhas, etc., encavalitadas em cordas estendidas de tenda a tenda.
Já que falamos em turismo e em Góis temos o cuidado de falar Turismo de Qualidade, para quando um palavra sobre os eventuais investimentos na Quinta do Baião: desde logo o da ADIBER. Afinal foi escriturada a venda de parte da Quinta para ser feito um empreendimento de Turismo Rural mas, passado tanto tempo, o silêncio é total. E a outra parte que foi vendida à Naturgóis? Tenho todo o respeito e consideração pelo eventual investidor pessoa que, aliás, não conheço mas atendendo a que se trata de um empreendimento que se irá (?) concretizar num espaço cedido pelo Município e atendendo a que, segundo o próprio, já deveria ter sido iniciado há quase um ano, não deveria haver uma informação aos Goienses? Não teremos esse direito? Se houve tantas reuniões, palestras, notícias nos jornais regionais e locais aquando do seu lançamento não se justificaria agora uma palavra sobre o ponto de situação do empreendimento? 
E, já agora, a nossa imprensa regional não deveria ter uma atitude pró-activa de procurar a notícia e informar sem ser apenas através das notas de imprensa do gabinete da Câmara Municipal, por muito interessantes, actuais e isentas que elas sejam?
SERÁ QUE SOU BURRO...OU QUEREM FAZER DE MIM BURRO?
3/8/11 04:53