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quarta-feira, 26 de junho de 2019
terça-feira, 25 de junho de 2019
Pedrógão Grande: Góis e Penela fazem balanço positivo da atuação do Governo
Castelo Branco, 13 jun 2019 (Lusa) -- As Câmaras de Góis e de Penela fazem um balanço positivo da atuação da Administração Central, ao nível de apoios e investimentos disponibilizados, passados dois anos dos incêndios de junho de 2017.
O balanço que faço, apesar de todos os prejuízos, é positivo, no que diz respeito aos apoios e investimentos da parte da Administração Central", afirmou à agência Lusa a presidente da Câmara de Góis, Maria de Lurdes Castanheira.
Já o seu homólogo de Penela, Luís Matias, realça que a capacidade de resposta "foi boa" e recorda que o país nunca tinha passado por uma situação como aquela que se viveu durante os incêndios de 2017.
"Penela não teve o nível de prejuízo e de estruturas afetadas como outros concelhos, quer ao nível de habitações, quer de infraestruturas", frisou.
Luís Matias disse que todas as infraestruturas municipais afetadas foram requalificadas e repostas, bem como toda a parte da sinalética, pavimentos e contentores de lixo.
A autarca de Góis explicou que a maior intervenção no seu concelho veio do Fundo Ambiental para a recuperação e requalificação do rio Ceira e da ribeira de Sinhel.
Adiantou ainda que foi também feita a estabilização de emergência, recuperação de taludes, remoção e limpeza de todo o material lenhoso em áreas não particulares, entre outros trabalhos.
"As duas empreitadas ultrapassam o milhão de euros e estão em franco desenvolvimento. O atraso que se verificou (os trabalhos eram para estar concluídos em 2018), teve a ver com procedimentos e a burocracia inerente", sublinhou.
Maria de Lurdes Castanheira explicou que, como ambas ultrapassavam os 350 mil euros, ficaram sujeitas ao visto do tribunal de Contas. Disse também que as próprias circunstâncias climáticas influenciaram o decorrer dos trabalhos.
Já em relação às habitações afetadas pelo incêndio de junho de 2017, oito que ficaram totalmente destruídas e quatro parcialmente danificadas, explicou que ainda não há nenhuma família instalada.
Contudo, entende que a entidade que deve responder sobre o assunto é a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), "que é a entidade promotora das empreitadas".
A autarca adiantou que a câmara fez um empréstimo, no valor de cerca de 166 mil euros, ao Fundo de Apoio Municipal (FAM), para apoiar pessoas que perderam segundas habitações.
"Como não houve apoios para estas habitações por parte do Estado, a câmara criou um regulamento com essa finalidade. O empréstimo é de 165.796 euros, a ser pago em cinco anos. O investimento total, entre público e privado, ultrapassa os 300 mil euros", explicou.
No concelho de Góis, foram afetadas pelo incêndio 34 segundas habitações e há 13 pessoas que já se candidataram a esta ajuda.
Os incêndios de junho de 2017, que começaram em Pedrógão Grande, provocaram a morte a 66 pessoas e ferimentos a mais de 250.
Uma extensa área florestal foi devastada pelo fogo, assim como inúmeras empresas e habitações.
in, DN
Lusiaves diz que vai avançar com investimentos em Góis e Oleiros
Três unidades avícolas já estão a avançar em Oleiros e Góis, num investimento superior a 18 milhões de euros, informou o grupo Lusiaves, que mantém intenção de investir na zona afetada pelo incêndio de Pedrógão Grande.
A Lusiaves já arrancou com três novos investimentos, um em Oleiros e dois em Góis, concelhos afetados pelos grandes incêndios de 2017, num “valor global de investimento superior a 18 milhões de euros”, informou o grupo, em resposta escrita enviada à agência Lusa.
A empresa tinha também anunciado a intenção de construir unidades de produção nos três concelhos mais afetados pelo grande incêndio de 17 de junho de 2017 (Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos), mas, dois anos depois, ainda “não foi possível identificar terrenos livres de condicionantes, nem terrenos que os proprietários estivessem interessados a vender”.
Em agosto de 2017, a Lusiaves tinha anunciado a intenção de investir 64 milhões de euros nesses três concelhos do norte do distrito de Leiria, com a perspetiva de criar 300 postos de trabalho em unidades de produção de ovos para incubação e aves.
Em Góis, o grupo identificou dois terrenos para unidades de produção – uma propriedade da Câmara e outra de uma junta -, sendo que foram estabelecidos protocolos em relação aos mesmos e “já foram apresentados os respetivos estudos de impacte ambiental”.
Neste concelho do distrito de Coimbra, a Lusiaves prevê um investimento superior a 11,5 milhões de euros e a criação de 65 postos de trabalho.
Em Oleiros, no distrito de Castelo Branco, o grupo pretende criar uma unidade de engorda de peru, num investimento superior a 6,5 milhões de euros, tendo já sido adquiridos os terrenos, estando neste momento a aguardar a emissão do parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro relativamente ao estudo de impacte ambiental apresentado, informou.
Na resposta enviada à Lusa, o grupo refere ainda que está “disponível para avaliar novas possibilidades de investimento no interior do país e tem estado em conversações, analisando algumas possibilidades noutros municípios, mas, até ao momento, nenhum deles com desenvolvimentos relevantes”.
A empresa tinha também anunciado a intenção de construir unidades de produção nos três concelhos mais afetados pelo grande incêndio de 17 de junho de 2017 (Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos), mas, dois anos depois, ainda “não foi possível identificar terrenos livres de condicionantes, nem terrenos que os proprietários estivessem interessados a vender”.
Em agosto de 2017, a Lusiaves tinha anunciado a intenção de investir 64 milhões de euros nesses três concelhos do norte do distrito de Leiria, com a perspetiva de criar 300 postos de trabalho em unidades de produção de ovos para incubação e aves.
Em Góis, o grupo identificou dois terrenos para unidades de produção – uma propriedade da Câmara e outra de uma junta -, sendo que foram estabelecidos protocolos em relação aos mesmos e “já foram apresentados os respetivos estudos de impacte ambiental”.
Neste concelho do distrito de Coimbra, a Lusiaves prevê um investimento superior a 11,5 milhões de euros e a criação de 65 postos de trabalho.
Em Oleiros, no distrito de Castelo Branco, o grupo pretende criar uma unidade de engorda de peru, num investimento superior a 6,5 milhões de euros, tendo já sido adquiridos os terrenos, estando neste momento a aguardar a emissão do parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro relativamente ao estudo de impacte ambiental apresentado, informou.
Na resposta enviada à Lusa, o grupo refere ainda que está “disponível para avaliar novas possibilidades de investimento no interior do país e tem estado em conversações, analisando algumas possibilidades noutros municípios, mas, até ao momento, nenhum deles com desenvolvimentos relevantes”.
in, Noticias De Coimbra, 16, 06, 2019
sábado, 20 de agosto de 2016
Góis Mal Amado pela autarquia e visitantes descuidados
Se fosse só na altura da concentração ainda passava, mas tem sido o verão inteiro assim. Não há compreensão que aguente.
Os campistas também preferiam o cerejal, mas têm que ir pagar ao Castelo. Esta avenida é um cartão de visita mas não é neste estado degradante. Se é sombra que querem ponham-nos do outro lado do rio, no parque em frente ao ginásio e do actual parque de caravanas, que durante o verão se encontra vazio em contraste com a avenida. Têm lá muita sombra e só precisam sair aquando da concentração das motards.
Agora no centro da vila é que não, nem de um lado nem do outro, porque se torna feio. Os Góienses e outros turistas (que atém são em maior número e deixam bem mais) os que acampam, ou alugam casas, ou simplesmente visitam família no verão gostam de usar a dita avenida para passeios de fim de tarde e noite, vêm-se privados de o fazer tranquilamente porque de repente estão a entrar nas salas de jantar e cozinhas dos caravanistas. Um espectáculo bizarro!
QUEREMOS TURISMO DE QUALIDADE E NÂO DE NÚMEROS
QUEREMOS TURISMO DE QUALIDADE E NÂO DE NÚMEROS
Vamos fazer um exercício, de facto o que é que Góis ganha com este tipo de turismo? Góis precisa de um turismo de qualidade em harmonia com a sua natureza, não o turismo maximizado do farnel. Este último só deixa sacos de plástico, guardanapos de papel, embalagens vazias pelas margens do rio e nas praias. Há praias como a do cerejal, que nem recolha ou caixas de lixo têm, nem placas de casa de banho há.
À beira do rio é um problema até ecológico, de facto alguns caravanistas, eu próprio vi enquanto passeava, atirarem bacias de água directamente para o rio.
É lamentável o cuidado com a vila de Góis ter desmoronado bastante. O rio que é uma bandeira da autarquia e instituições locais para o turismo, não recebe a protecção e cuidado devido. Não existe uma boa política de limpeza e ainda menos de preservação. Se não querem limpar ao menos incentivem os visitantes a manterem os parques, rio e praias fluviais limpos. Não venham dizer que a bandeira azul prova o contrário, após o inverno até está limpo, mas assim que abrem as praias, fica uma lástima. Antes a barragem ainda fazia uma descarga pelas sete da noite, o que fazia uma certa limpeza, mas agora nem isso.
Os espaços de lazer concedidos pela autarquia a privados, também estão com um toque de mau gosto e falta de qualidade. Podia ser chic, mas é chiqueiro.






Fotografias cedidas por Acacio Moreira
sábado, 13 de agosto de 2016
Presidente da Assembleia de Góis renuncia ao cargo alegando razões políticas
O presidente da Assembleia Municipal (AM) de Góis, José António Carvalho, renunciou ao cargo alegando razões políticas e de saúde, disse o próprio à agência Lusa.
Indicando que a sua saúde “tem vindo a degradar-se”, o jurista, de 68 anos, explicou que pesou na decisão “o rumo por que o concelho tem enveredado ultimamente”, com sucessivos conflitos e divergências políticas entre a presidente socialista da Câmara, Lurdes Castanheira, e o vereador José Rodrigues, também do PS.
Em diversas ocasiões, nos últimos dois anos, as posições de José Rodrigues no seio executivo municipal têm coincidido com as da oposição, constituída pelos vereadores Diamantino Garcia e Helena Moniz, eleitos pelo Grupo de Cidadãos Independentes por Góis, no distrito de Coimbra.
Rodrigues, Garcia e Moniz assumiram no passado, em diferentes mandatos, as funções de vice-presidente da Câmara Municipal, então todos eleitos em listas do PS.
in Diário As Beiras 11.08.2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Divergências entre eleitos do PS levam presidente da Câmara de Góis a pedir eleições intercalares
Autarca acusa o ex-vice-presidente de inviabilizar a gestão do executivo votando ao lado da oposição e diz que se vai candidatar de novo à presidência
A presidente da Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, quer eleições intercalares para a autarquia porque considera que não tem condições para cumprir o mandato para o qual foi eleita devido a divergências com o vereador José Rodrigues, a quem foi retirada a confiança política.
“Não tenho nem confiança política nem pessoal no vereador eleito pelo PS. José Rodrigues, que tem votado permanentemente ao lado dos dois autarcas eleitos pelo Grupo de Cidadãos Independentes por Góis, forjando uma maioria que a população não lhes conferiu”, declarou ao PÚBLICO Maria de Lurdes Castanheira, adiantando que se vai recandidatar de novo à câmara.
A socialista, que há dois mandatos preside a esta autarquia no distrito de Coimbra, aguarda apenas que o concelho comemore o feriado nacional no dia 13 de Agosto para apresentar uma proposta de dissolução do executivo (composto por cinco elementos), com vista à realização de eleições antecipadas o mais depressa possível. “Há uma tentativa de assalto ao poder”, critica a autarca, revelando que a dissolução do executivo municipal será feita ao abrigo da lei da tutela administrativa”.
Lurdes Castanheira considera a “situação actual insustentável” e refere que a fractura que existe entre ela e o vereador, que no seu primeiro mandato assumira a vice-presidência da câmara, “começou em Outubro de 2014 quando o vereador resolveu chumbar o orçamento da câmara para 2016 e todos os documentos associados”. Mas o mal-estar já vinha de trás quando a presidente retirou a confiança política a José Rodrigues, que tutelava o pelouro da Acção Social, Cultura, Educação, Desporto, Turismo, “por questões de lealdade e de confiança”.
Com a vice-presidência entregue a um outro vereador do PS, a relação entre os dois eleitos socialistas tornou-se difícil. A autarca acusa o seu ex-número dois de “estar em sintonia com os dois autarcas do Grupo de Cidadãos Independentes por Góis", Diamantino Garcia e Helena Moniz, ambos eleitos em anteriores eleições nas listas do PS.
José Rodrigues considera as acusações da autarca “completamente injustas” e acusa a presidente de “ser prepotente e de querer impor a sua vontade”. Sem pelouros desde Dezembro de 2014, José Rodrigues não poupa a presidente da câmara, que acusa de “desautorizar sistematicamente as chefias” e deixa nas entrelinhas algum desconforto pelo facto de Lurdes Castanheira não o ter convidado, de novo, para vice-presidente.
Acusando a presidente de “não estar a defender os interesses dos habitantes de Góis”, o vereador diz não temer eventuais punições do partido, mas se isso acontecer – frisa - não terá problemas em entregar o cartão de militante.
Lurdes Castanheira espera que “a seu tempo o partido tome uma posição que leve à expulsão de José Rodrigues do PS” porque - alega a presidente de câmara - “o que o vereador tem assumido é uma postura de traição ao Partido Socialista”. “O que está a ser atraiçoado é o PS e os princípios do PS”, reforça.
A presidente de câmara diz que tem o apoio do PS nesta questão e, ainda esta semana, o presidente da distrital do PS de Coimbra, Pedro Coimbra, condenou, em comunicado, “de forma veemente o comportamento manifestado ao longo deste ano e meio pelos três vereadores em causa que lesam de forma abusiva o interesse público sem honrarem os mandatos que lhes foram confiados para ajudarem a governar o concelho”. Segundo o líder distrital, “a gestão do município de Góis tem assistido a lamentáveis episódios políticos que mais não são do que uma total desconsideração e desprezo pela vida pública e pelos interesses superiores do concelho”.
in , Público 04.08.2016quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Acampamento anual da Leswork reúne comunidade lésbica
Góis recebe quinta-feira o acampamento anual de mulheres onde os 'meninos' estão proibidos de entrar.
Os homens hetero, homo e bissexuais frequentam sítios onde as 'meninas' não entram e, por isso, a rede Leswork vê com naturalidade a organização de um acampamento que veda a entrada ao sexo masculino .
Oportunidade para socializar, mas também para aprender
Leswork quer mais locais destinados à comunidade lésbica
"Eu moro perto do 'Elefante Branco'. Se eu quiser entrar no 'Elefante Branco', eu só entro de duas formas, ou como empregada da limpeza ou como stripper. Os homens têm espaços físicos onde só eles entram e isso é aceitável. Nós não questionamos isso, não vou forçar a minha entrada num espaço como o 'Elefante Branco'. Os homens gays, por exemplo, têm saunas onde nós não podemos entrar, (...), têm quartos escuros onde nós não podemos entrar. As lésbicas, as mulheres, não têm um espaço físico onde se encontrar", compara.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Há quatro municípios do distrito de Coimbra com mais funcionários do que a média nacional
Ninguém se entende sobre o número real de funcionários das autarquias. Em maio, ainda antes das eleições, o Governo dava conta de 600 funcionários a menos, desde o início do ano (corte de 0,45 por cento). Já emagosto, contas feitas pelo “Jornal de Negócios” apontam para um aumento de8.954 trabalhadores, desde 2008.
Os números divulgados pelo jornal têm como base as estatísticas de 2010, para as autarquias, e os Censos 2011. Desta forma, é possível estabelecer uma relação de número de funcionários por mil habitantes. E constatar que a média nacional era de 18,5, em 2008, tendo subido para 19,6, em dois anos
Apesar de tudo, houve mais municípios a reduzir efetivos: 156, enquanto 152 aumentavam. Em termos absolutos, em dois anos, foram reduzidas 4.406 pessoas, mas as contratações ascenderam a 13.360.
Aumento enganador
Trata-se, porém, de uma evolução algo enganadora. É que, durante o ano de 2009, cerca de um terço dos municípios (mais concretamente 112) aceitou aderir a um acordo, com o Governo, para a transferência de competências na área da Educação. Ao todo, segundo dados da ANMP, foram cerca de 11 mil novos trabalhadores – auxiliares, sobretudo –, a serem integrados nos quadros das câmaras.
Mais informação na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS de 22 de Agosto
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Concelho de Góis convida-o a espreitar o maravilhoso mundo da arte
Foto de Luís Carregã
O cenário não podia ser mais adequado: o corredor verde do Parque doCerejal é, por si só, uma “obra de arte”, refletida nas águas do rio Ceira, que corre ali ao lado. Não deverá ser por um acaso que é, também, naquele espaço que o Góis Arte tem crescido e se tem mostrado ao mundo.
A iniciativa está de regresso e, por estes dias, as esculturas começam a ganhar formas no Parque do Cerejal. A partir de amanhã e até domingo, o concelho acolhe o Góis/Oroso Arte (este ano com uma nova designação, fruto da relação com o município da Galiza).
Além das esculturas, os visitantes terão a oportunidade de apreciar obras nas áreas da pintura, do vitral, da fotografia ou da cerâmica. E, depois, haverá espetáculos e performances ao vivo de diversas manifestações artísticas, em vários espaços do concelho.
Desde logo, na Casa do Artista, onde será inaugurada, amanhã, uma exposição de pintura. No sábado, logo pela manhã, às 10H00, haverá arte ao vivo no Parque do Cerejal, com um ateliê de desenho e pintura aberto à população pela artista Jacqueline Moys.
Pelas 17H30, a aldeia de xisto Aigra Velha recebe um encontro de poesia popular intitulado “A natureza da Serra”, com João Castro Nunes, Josefina Almeida, Eugénia Santa Cruz, Carlos Carranca e Eduardo Aroso. Duas horas mais tarde, o auditório da Casa da Artista será palco da apresentação do livro “Mário Silva: pintor-minotauro numa série de biografia” da autoria da jornalista Licínia Girão.
As noites serão brindadas com espetáculos de dança contemporânea e ballet, de teatro e de música.
Mais informação na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS de 14 de julho
in. DB 14/07/11
segunda-feira, 20 de junho de 2011
15 anos do Góis Arte
O GóisArte assinala 15 anos de existência em 2011. Trata-se de uma mostra Internacional de Arte, que se realiza anualmente, na Vila de Góis (Coimbra – Portugal), tendo desde o ano de 2007 a parceria com Município de Oroso (Galiza – Espanha), organizador de similar certame denominado OROSOARTES, realizando-se em Góis de 15 a 31 de Julho.
A edição deste ano inaugura uma nova designação fruto da profícua relação entre os dois Municípios, passando a denominar-se “Góis/Oroso Arte” e decorrerá “Sob o Signo da Solidariedade”, associando-se desta forma à decisão do Conselho de Ministros da União Europeia, que declarou no dia 27 de Novembro de 2009, oficialmente o ano de 2011, como o Ano Europeu das Actividades Voluntárias que Promovam uma Cidadania Activa.
O GóisArte revolucionou o panorama cultural do Concelho de Góis e da Região Centro e proporcionou, além de um reconhecimento local, regional, nacional e internacional, a criação em Góis de um espaço diferenciado e necessário de dar a conhecer ideias, esperanças e inquietações utilizando a Arte como meio privilegiado de comunicação. Este espaço de partilha de conhecimento(s), é também ponto de encontro de diferentes culturas, de pessoas e países que nele participam e das diversas formas de expressão artísticas.
Apesar de decorrer num território iminentemente rural, demonstrou-se que a partir da construção de uma identidade própria, de um conceito próprio em Góis relacionado com a arte num sentido mais lato, ser possível, através da arte, estreitar e aprofundar as relações humanas, contribuindo ainda para o exercício e aprofundamento do pensamento crítico.
Com a programação anual do GóisArte garante-se a promoção da criação cultural e o acesso a estas expressões por parte de todos os grupos e classes sociais, no respeito pela diversidade; formação de públicos, visando o conhecimento e o domínio do maior leque possível de linguagens, códigos, géneros e formas de expressão culturais e artísticas que permitam a efectiva liberdade de escolha - Jamais se escolhe o que não se conhece ou compreende.
Refira-se que a data limite para entrega das obras é o dia 26 de Junho, nos seguintes locais: Biblioteca Municipal de Góis “António Francisco Barata”; Casa do Concelho de Góis em Lisboa; Galeria Geraldes da Silva no Porto e Molduras de Arte de Coimbra, Lda. em Coimbra. Mais informações poderão ser obtidas através dos contactos da Câmara Municipal de Góis - telefone 235 770 110 e endereço electrónico: liliana.pinto@cm-gois.pt .
in, portaldomovimento
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Será que sou burro……….? Extractos Ilustrados
Tudo na vida, tem um começo e um fim. Hoje, é a última vez que me dirijo aos leitores do Varzeense. Foi quase um ano de permanência em vossas casas, dividindo convosco sentimentos e inquietações que, de outra forma, não poderia fazer. Tentei com algum humor, falar daquilo que me preocupa e inquieta. Brincando, falei de coisas sérias, tentando fazer alguma crítica social e política, nacional e local. …
Não é fácil transmitir sentimentos, Se, pessoalmente, ainda se vai conseguindo, por escrito, corre-se o risco de se ser mal interpretado. Se alguma vez ofendi algum dos meus amigos leitores, ficam asa minhas desculpas. Por vezes a intenção com que uma ideia se passa a escrito, não é interpretada da mesma forma por quem a lê.
Importa nesta altura referir que não me escondi sob a capa do anonimato. Sempre estive (como não podia deixar de ser…) perfeitamente identificado perante a direcção do Varzeense e poderia ser, se houvesse razão para isso, chamado à atenção para qualquer acto, ou artigo menos correcto. Compreenderão que, para o tipo de escrita que decidi usar, teria de criar uma imagem. Optei pelo Jumento porque é um animal de força, simpático e muito teimoso tal como eu própria. Se não fosse assim, como poderia ter criado o Malhadiço, a mula da cooperativa ou a vaca Irhin que comigo esteve no presépio?
Gostaria igualmente de vos afirmar que o que escrevi foi aquilo que sentia na altura sem qualquer cópia de qualquer outro artigo publicado por outro. Sempre que fiz citações, identifiquei as fontes Não deveria ser necessário afirmar isto mas, infelizmente, pude constatar que, actualmente e no passado, há artigos assinados no Varzeense que são plágios ( cópias parciais ou totais) de artigos publicados por outros na Internet. Isto não dignifica quem o faz e demonstra um total desrespeito por todos nós que lemos o Varzeense, para além de, à luz da nossa legislação, ser crime. Sou como sempre fui, uma pessoa inquieta, preocupada e atenta ao que se passa à minha volta. Preocupa-me o estado que a que chegou o nosso País. Preocupa-me a falta de seriedade de quem nos governa mas também a pouca credibilidade das alternativas. Estamos a atravessar uma crise profunda. Económica sim mas, muito mais de valores. E se aquela é passível de ser ultrapassada, esta vão demorar muito mais tempo. …A corrupção grassa um pouco por todo o lado. altas figuras da nossa sociedade estão acusadas pelos mais variados crimes e serão julgados por isso. Mas todos nós temos algumas dúvidas da eficácia da nossa justiça, duvidando que venham a ser condenados. E pobre o país em que a população deixe de acreditar na justiça.
A crise é violente mas infelizmente só para alguns. A criação de "Jobs for the Boys" nunca foi tão intensa e vergonhosa. Um qualquer incompetente se inscrito num partido tira o lugar a outro mais competente. Repare-se que até o Dr. Mário Soares foi obrigado a referi-lo num artigo de opinião publicado recentemente (1 de Fevereiro no DN).
Por cá a situação é a mesma. Os empregos para os "rapazes" estão à vista. …É preciso andar muito distraído para não perceber que estamos mais desedificados, que alguns estabelecimentos comerciais e empresas estão a fechar, que os fios eléctricos (de cobre) são roubados…, que há aldeias que foram pilhadas, igrejas assaltadas, etc.
Empregos precários que "arranjamos", são uma farsa. Servem apenas para ocupar as pessoas até novo subsídio de emprego, mascaram as estatísticas criando competição, de uma maneira infame, com o mercado de trabalho… E Quantos de nós já não nos insurgimos contra pessoas e instituições que permanentemente como que brincam à caridadezinha, distribuindo dinheiro e bens àqueles que não precisam em detrimento dos verdadeiros pobres que infelizmente existem bem perto de nós!? Quem por cá passou o Natal, regressou ao passado. …Viram a quantidade de jovens que nem nos apercebíamos que tinha emigrado!?…
Brincamos com a formação. Formamos não para conferir aptidões, mas para manter ocupações…. Quantas pessoas adquiriram formação que nunca aplicaram ou virão a aplicar? Quantos "doutorados" temos em poda, apicultura, hotelaria, informática, olivicultura?
Começam a ouvir-se vozes a pedir reorganização administrativa. Lisboa já começou com a diminuição drástica das freguesias. Quando chegar aos concelhos, alguém tem duvidas que Góis estará em perigo? …
Algum de nós se deu a trabalho de verificar se o programa do Governo (ou da Câmara Municipal) está a ser cumprido? Alguém reclama? Alguém se indigna?

O JUMENTO INDIGNOU-SE. O JUMENTO TERMINOU.
Espero que tenha valido a pena…
(O Jumento)
in Varzeese, 15/02/11
terça-feira, 14 de setembro de 2010
HÓQUEI - Pedro Alves e a Equipa de Benjamins da AAC estiveram em GÓIS
A secção de Patinagem da Associação Académica de Coimbra realizou em Góis, nos dias 10,11 e 12 de Setembro, um Mini-Estágio de Pré-Época da “Equipa de Benjamins”.
A equipa foi oficialmente recebida no auditório da Biblioteca Municipal pela Sra. Presidente da Câmara, Lurdes Castanheira, que referiu que o “Município de Góis estará sempre disponível para colaborar em acções que promovam a prática do desporto e a criação de hábitos de vida saudáveis”. O Presidente da Secção de Patinagem da AAC, João Rodrigues e o director Jorge Alves, agradeceram o apoio e o empenho do Município de Góis, para a concretização deste estágio.
Durante o dia de sábado os “benjamins” contaram com a participação do internacional português e jogador do Sporting de Braga, Pedro Alves, oriundo de Góis.
O estágio que decorreu no Polidesportivo do Cerejal, permitiu que crianças e jovens de Góis tomassem, alguns, pela primeira vez, contacto com esta actividade desportiva. O objectivo subjacente a este momento de interacção com o público infantil e juvenil, além de propiciar a prática da patinagem no concelho, pretendeu incentivar os potenciais praticantes e curiosos desta modalidade.
in CMG
quarta-feira, 17 de março de 2010
“Plante uma Árvore” Ano Internacional da Biodiversidade 2010
O Centenário da República convidou as Câmaras Municipais a mobilizar os seus munícipes para comemorar o Dia da Árvore.
A Câmara Municipal de Góis respondeu
No âmbito das comemorações do ano Internacional da Biodiversidade 2010, o Município de Góis associou-se à acção “Plante uma árvore” – Ano Internacional da Biodiversidade 2010, através da Associação de Municípios Portugueses em parceria com a Comissão Europeia – representação em Portugal, Autoridade Florestal Nacional, Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas, com o apoio da Silvicaima, Lipor, GEOTA e LPN.
Pretende-se realizar, em colaboração com a Lousitânea, Projecto Escolhas de Futuro, Agrupamento de Escolas do Concelho de Góis, Transerrano, Analib, Assembleia de Compartes de Vale Moreiro, Cortecega e outros, Junta de Freguesia de Góis, Associação Florestal do Concelho de Góis, Sapadores florestais, GNR – GIPS e SEPNA, e outras entidades convidadas, várias acções, que se irão desenrolar no dia 19 de Março.
Para o efeito, pretende plantar-se 380 espécies autóctones, nomeadamente: castanheiros, carvalhos, sobreiros, azinheiras, que serão oferecidos pela Lousitânea – Maternidade das árvores e 645 brindes para distribuir no dias da actividade, que foram atempadamente solicitados à ANMP.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Câmara de Góis e ADIBER vão a tribunal
Alegado uso indevido de fundos comunitários na aquisição de parcela da Quinta do Baião motivou processo.
Lurdes Castanheira diz-se “injustiçada” e quer agora dar destino ao terreno que tem sido alvo de tanta polémica.
Lurdes Castanheira diz-se “injustiçada” e quer agora dar destino ao terreno que tem sido alvo de tanta polémica.
Enquanto os antigos responsáveis da ADIBER e antigos vereadores da Câmara de Góis aguardam o desenrolar do processo em que são acusados de uma alegada utilização ilegal de fundos comunitários, relativamente a uma parcela de terreno da Quinta do Baião, a autarquia de Góis, liderada por Lurdes Castanheira (também arguida, enquanto ex-dirigente da associação), quer agora «renegociar» a dita parcela que esteve na origem das acusações e de todo um processo que se arrasta desde 1999. Ontem, enquanto se mostrava «tranquila» relativamente às acusações que sobre si recaem, confirmadas esta semana pelo Tribunal de Instrução Criminal (segundo notícia ontem publicada pelo campeão das Províncias), a autarca mostrava-se mais preocupada com o fim a dar aos terrenos na Quinta do Baião e mostrou-se disponível para conversações com a ADIBER que, em 1999 adquiriu, à autarquia, uma parcela do terreno para aí implementar um projecto de agro-turismo.
«O executivo está totalmente disponível para renegociar», declarou, ao Diário de Coimbra, a autarca, que deixa nas mãos da ADIBER a saída para o problema: ou a associação renegoceia e avança com o projecto inicialmente previsto, ou se acciona a cláusula de reversão via judicial que, face ao incumprimento do previsto pela ADIBER aquando da candidatura, permite que a parcela de terreno adquirida volte para as mãos da autarquia. Foi, de resto, esta a posição saída da reunião do executivo, que decorreu na terça-feira.
«O que é importante não é accionar a cláusula, mas dar a oportunidade de implementar o projecto», afirma, convicta de que o que interessa a Góis é ter essa infra-estrutura agro-turística concretizada. A posição da autarquia ainda não foi comunicada à associação, porque foi apenas discutida na última reunião.
«O executivo está totalmente disponível para renegociar», declarou, ao Diário de Coimbra, a autarca, que deixa nas mãos da ADIBER a saída para o problema: ou a associação renegoceia e avança com o projecto inicialmente previsto, ou se acciona a cláusula de reversão via judicial que, face ao incumprimento do previsto pela ADIBER aquando da candidatura, permite que a parcela de terreno adquirida volte para as mãos da autarquia. Foi, de resto, esta a posição saída da reunião do executivo, que decorreu na terça-feira.
«O que é importante não é accionar a cláusula, mas dar a oportunidade de implementar o projecto», afirma, convicta de que o que interessa a Góis é ter essa infra-estrutura agro-turística concretizada. A posição da autarquia ainda não foi comunicada à associação, porque foi apenas discutida na última reunião.
TIC confirma acusações
Foi em 1999 que a ADIBER, presidida por José Cabeças, antigo presidente da Câmara de Góis, adquiriu à autarquia quatro dos 16 hectares de terreno da Quinta do Baião, por 250 mil euros, para aí implementar um projecto agro-turístico, financiado pelo programa comunitário Leader II com 234 mil euros. A escritura do terreno viria a ser feita apenas em 2007, quando já tinha passado o prazo imposto pelo Leader II para a execução do projecto, muito embora a associação tivesse recebido verbas de Bruxelas. Entretanto, a dita parcela de terreno continua nas mãos da associação, sem qualquer benfeitoria.Na sequência de uma denúncia anónima, o Ministério da Agricultura ordenou a realização de um processo de inquérito ao projecto e posteriormente o caso seguiu para o Tribunal de Arganil. Mais recentemente, a maioria dos arguidos requereu a abertura de instrução e esta semana o Tribunal de Instrução Criminal (TIC) confirmou as acusações que recaíam sobre nove arguidos.
Lurdes Castanheira, actual presidente da Câmara de Góis e, à data dos factos, secretária da direcção da ADIBER, está acusada dos crimes de co-autoria de falsificação de documentos, fraude na obtenção de subsídio e desvio de subsídio para fim diferente. Entre o rol de arguidos está também José Cabeças e restantes elementos da direcção da associação, designadamente José Albuquerque, Miguel Silvestre e Helena Mateus, Miguel Ventura, coordenador da ADIBER e actual vereador na Câmara de Arganil, e os vereadores da Câmara de Góis em 1999, designadamente Miguel Gama e Humberto de Matos. Também o gestor do programa Leader II, Nuno Jordão, é um dos acusados.
Leader sabia que não existia escritura
Em causa estão, resumidamente, crimes relacionados com o facto de a ADIBER ter recebido verbas comunitárias sem ter o terreno escriturado, o que só aconteceu oito anos depois da compra do terreno, em 2007.Lurdes Castanheira recorda que o projecto foi dado como concluído (adquirido) e entregue ao Leader II tendo por base «documentos legais», designadamente as actas da Câmara, em Setembro de 2001. Mais, diz ainda que apesar da escritura do imóvel não ter sido feita em tempo útil, por culpa da autarquia, essa situação era do conhecimento dos gestores do programa comunitário, que, ainda assim, fizeram a transferência das verbas, oito meses depois.
A parcela de terreno em causa tinha sido objecto de um destaque em 1994, pelo que, só dez anos depois poderia ser alvo de novo acto registral. A partir de 2004 estaria, portanto, em condições de ser escriturada. «A Câmara teve condições para fazer a escritura e nunca o fez», recorda a actual presidente.
Hoje diz-se acusada de crimes que não cometeu. «Acredito na justiça, mas ela não é mais verdadeira do que eu», afirma, lembrando que nunca falsificou nenhum documento e «há ofícios ao gestor do Leader informando que a escritura não tinha sido feita».
Admite apenas que de facto chegou a utilizar o dinheiro comunitário para outros fins: para «o pagamento de salários» porque «não queríamos ordenados em atraso». «Sinto-me injustiçada e o espírito de voluntariado que tinha há muito que perdi», remata.
Igualmente «tranquilo» mostra-se Miguel Ventura, vereador do PS na Câmara de Arganil e coordenador da ADIBER. «Vamos aguardar pelos desenvolvimentos. Não cometi nenhum crime», afirma.
| Escrito por Margarida Alvarinhas |
in Diário de Coimbra 12/03/10
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