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terça-feira, 25 de junho de 2019

Lusiaves diz que vai avançar com investimentos em Góis e Oleiros

Três unidades avícolas já estão a avançar em Oleiros e Góis, num investimento superior a 18 milhões de euros, informou o grupo Lusiaves, que mantém intenção de investir na zona afetada pelo incêndio de Pedrógão Grande.



A Lusiaves já arrancou com três novos investimentos, um em Oleiros e dois em Góis, concelhos afetados pelos grandes incêndios de 2017, num “valor global de investimento superior a 18 milhões de euros”, informou o grupo, em resposta escrita enviada à agência Lusa.


A empresa tinha também anunciado a intenção de construir unidades de produção nos três concelhos mais afetados pelo grande incêndio de 17 de junho de 2017 (Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos), mas, dois anos depois, ainda “não foi possível identificar terrenos livres de condicionantes, nem terrenos que os proprietários estivessem interessados a vender”.


Em agosto de 2017, a Lusiaves tinha anunciado a intenção de investir 64 milhões de euros nesses três concelhos do norte do distrito de Leiria, com a perspetiva de criar 300 postos de trabalho em unidades de produção de ovos para incubação e aves.


Em Góis, o grupo identificou dois terrenos para unidades de produção – uma propriedade da Câmara e outra de uma junta -, sendo que foram estabelecidos protocolos em relação aos mesmos e “já foram apresentados os respetivos estudos de impacte ambiental”.


Neste concelho do distrito de Coimbra, a Lusiaves prevê um investimento superior a 11,5 milhões de euros e a criação de 65 postos de trabalho.


Em Oleiros, no distrito de Castelo Branco, o grupo pretende criar uma unidade de engorda de peru, num investimento superior a 6,5 milhões de euros, tendo já sido adquiridos os terrenos, estando neste momento a aguardar a emissão do parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro relativamente ao estudo de impacte ambiental apresentado, informou.


Na resposta enviada à Lusa, o grupo refere ainda que está “disponível para avaliar novas possibilidades de investimento no interior do país e tem estado em conversações, analisando algumas possibilidades noutros municípios, mas, até ao momento, nenhum deles com desenvolvimentos relevantes”.
 in, Noticias De Coimbra, 16, 06, 2019

sábado, 13 de agosto de 2016

Presidente da Assembleia de Góis renuncia ao cargo alegando razões políticas

O presidente da Assembleia Municipal (AM) de Góis, José António Carvalho, renunciou ao cargo alegando razões políticas e de saúde, disse o próprio à agência Lusa.
José António Pereira de Carvalho, eleito pelo PS, anunciou o abandono imediato das funções autárquicas na quarta-feira ao fim da tarde, durante uma sessão extraordinária do órgão a que presidia há vários anos.
Indicando que a sua saúde “tem vindo a degradar-se”, o jurista, de 68 anos, explicou que pesou na decisão “o rumo por que o concelho tem enveredado ultimamente”, com sucessivos conflitos e divergências políticas entre a presidente socialista da Câmara, Lurdes Castanheira, e o vereador José Rodrigues, também do PS.
Em diversas ocasiões, nos últimos dois anos, as posições de José Rodrigues no seio executivo municipal têm coincidido com as da oposição, constituída pelos vereadores Diamantino Garcia e Helena Moniz, eleitos pelo Grupo de Cidadãos Independentes por Góis, no distrito de Coimbra.
Rodrigues, Garcia e Moniz assumiram no passado, em diferentes mandatos, as funções de vice-presidente da Câmara Municipal, então todos eleitos em listas do PS.
in Diário As Beiras 11.08.2016

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Góis: Vereadores imputam “clara incompetência” a Lurdes Castanheira

Os vereadores do Grupo de Independentes de Góis (GIG) consideraram, hoje, que a Câmara Municipal tem incorrido em incumprimento de promessas devido a “clara incompetência de quem está à frente da autarquia”.
A Câmara de Góis, sem orçamento aprovado para 2016, está a viver em sobressalto, há meses, e a presidente, Lurdes Castanheira (PS), admite pedir em tribunal a dissolução do executivo municipal.
“A Senhora presidente deve começar a cumprir as promessas feitas, a reparar a rede viária, a limpar bermas e caminhos rurais e deixar as eleições e a campanha para o período que lhe está reservado”, opinam Diamantino Garcia e Helena Moniz.
Quanto à iniciativa de recurso à via judicial, os vereadores independentes afirmam ser bom “livrar Góis” da gestão camarária de Lurdes Castanheira.
Diamantino Garcia e Helena Moniz receiam, contudo, que a alusão à dissolução do executivo não seja mais do que “cortina de fumo para os olhos dos munícipes”.

PC in Campeão 01.08.2016