| ||
|
quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Campeonato Nacional de Pesca 2010
Provas de Promoção da Modalidade
O Município de Góis, na qualidade de entidade gestora das Concessões de Pesca Desportiva da Vila de Góis, do Colmeal/Cadafaz e da Ribeira do Sinhel, informa os Sr.s Pescadores que nas datas abaixo indicadas, devido à ocorrência dos Campeonatos Nacionais de Pesca, não vai ser possível a venda das licenças de pesca para as referidas concessões.
CONCESSÃO MODALIDADE DATA
Vila de Góis Isco Artificial - Campeonato Nacional 6 e 7 de Março
Colmeal/ Cadafaz Pesca à Pluma - Prova Promoção 13 e 14 de Março
Gratos pela compreensão.
A entidade gestora
in CM Góis 19/02/10
O Município de Góis, na qualidade de entidade gestora das Concessões de Pesca Desportiva da Vila de Góis, do Colmeal/Cadafaz e da Ribeira do Sinhel, informa os Sr.s Pescadores que nas datas abaixo indicadas, devido à ocorrência dos Campeonatos Nacionais de Pesca, não vai ser possível a venda das licenças de pesca para as referidas concessões.
CONCESSÃO MODALIDADE DATA
Vila de Góis Isco Artificial - Campeonato Nacional 6 e 7 de Março
Colmeal/ Cadafaz Pesca à Pluma - Prova Promoção 13 e 14 de Março
Gratos pela compreensão.
A entidade gestora
in CM Góis 19/02/10
Escola de Concertinas e Cordas de Góis
A Escola de Concertinas e Cordas de Góis vai re-iniciar as aulas de violas com o professor Tiago Mateus de Arganil a partir do dia 1 de Abril de 2010 (5ªfeira).
As aulas vão ter 2 turmas e funcionarão das 19 às 21horas todas as 5ªfeiras até final do ano lectivo em Agosto.
Estão abertas as inscrições até dia 25 de Março.
Esta formação contará com o apoio da Câmara Municipal de Góis e com o Projecto Progride da Santa Casa da Misericórdia e funcionará nas instalações da Casa do Povo de Góis no Largo do Pombal.
A mensalidade é de apenas 10€ e tem como único requisito ter viola.
Devido ao reajustamento das turmas, informamos ainda que se encontram disponíveis algumas vagas na 2ª formação de concertinas do ano lectivo 2009/2010 2009/2010 que irá iniciar-se igualmente no dia 1 de Abril. Esta formação tem também um custo de 10€ por mês e como único requisito ter uma concertina em SOL-DO-FÁ.
Para inscrição podem fazê-lo presencialmente na Casa do Povo de Góis 3ªf (18h30-21h) ou às 5ªf (17h-22h) ou através dos contactos dos directores da Escola.
PAULO SILVA - 966217787
PAULO BARATA - 918232302
LUIS MARTINS - 963746671
VALENTIM ROSA - 922221271
in CM Góis
terça-feira, 2 de março de 2010
Comemorações do Dia Internacional da Mulher em Góis
No próximo dia 8 de Março, vão decorrer em Góis as comemorações do Dia Internacional da Mulher. Assim sendo, segundo o programa agendado, nesse dia vai decorrer a inauguração da Exposição “Mulheres”, pelas 15h, no Posto de Turismo de Góis, uma organização da ADIBER, em parceria com a Câmara Municipal.
Uma hora depois segue-se a inauguração da Exposição “A Condição Feminina”, na Biblioteca Municipal de Góis, também em parceria com a autarquia. Para além disso, pelas 18h, no auditório da ADIBER vai ser assinalado este dia com uma conferência subordinada ao tema “Mulher: Lutas e Conquistas”.
Uma hora depois segue-se a inauguração da Exposição “A Condição Feminina”, na Biblioteca Municipal de Góis, também em parceria com a autarquia. Para além disso, pelas 18h, no auditório da ADIBER vai ser assinalado este dia com uma conferência subordinada ao tema “Mulher: Lutas e Conquistas”.
in RCA 02/03/10
DISTRITO – Estudo prevê redução do número de funcionários
Sindicato alerta para possível fecho de repartições de Finanças
O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos alerta para possível encerramento de Repartições de Finanças no interior do país.
Já seguiram missivas para 130 autarquias, a nível nacional, enviadas pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), dando conta desta situação, com base num estudo efectuado pela Direcção-Geral das Contribuições e dos Impostos (DGCI) e pedido o apoio aos municípios.
Nesse estudo, segundo o STI, que representa 90 por cento dos trabalhadores dos impostos, surgem diminuições, algumas significativas, de postos de trabalho, que poderão levar ao fecho das repartições.
Marcelo Castro, vice-presidente do STI, adianta ao DIÁRIO AS BEIRAS, que o estudo “não prevê que são para encerrar”, mas a adopção do seu conteúdo “pode implicar a prazo, através do facto consumado, o fecho das repartições do interior do país”.
Segundo o estudo, no distrito de Coimbra a repartição de Condeixa-a-Nova passava de 16 funcionários para 10, a de Góis de 9 para 4, a da Lousã de 16 para 10, a de Montemor-o-Velho de 20 para 13, Oliveira do Hospital de 19 para 11, Pampilhosa da Serra de 7 para 4, Penacova de 13 para 8, Penela de 9 para 5, Soure de 16 para 10, Tábua de 12 para 8, Vila Nova de Poiares de 10 para 5.
Ainda na região Centro, os distritos de Guarda, Viseu e Castelo Branco também vêem diminuir muito, em quase todos os concelhos, o número de funcionários.
“Não se trata de deslocalizar pessoas, por que elas não são afastadas já, mas estamos, a prazo, a esvaziar os serviços de técnicos, fazendo com que um dia mais tarde possam dizer que, como não há gente, temos que fechar as repartições”, frisa Marcelo Castro.
Explica ainda que “conforme as pessoas se vão reformando, ou mudando para outros locais”, não são admitidas outras para as substituir”.
A adopção deste estudo, para uma reafectação de pessoal, “aceita que os serviços de Finanças, nas localidades mais pequenas, possam ter apenas duas pessoas, incluindo chefias, e nós contestamos isso, porque no fundo é de uma forma consumada de antecipar e planear o hipotético fecho de serviços”, sublinha o sindicalista.
Fonte do Ministério das Finanças assegurou ao DIÁRIO AS BEIRAS que este estudo não tem como objectivo levar a que qualquer serviço de Finanças feche as portas.
in As Beiras 26/02/10
Carta Gastronómica das Aldeias do Xisto candidata a Prémio Internacional
Depois de ter sido finalista no concurso nacional, a Carta Gastronómica 'Sabores da Aldeia' é candidata a um dos mais prestigiados Prémios de Design Editorial do mundo.
O concurso organizado de 18 a 21 de Março pela Fundação Buchkunst, é o mais prestigiado prémio de design editorial do mundo.
Em Portugal as candidaturas são geridas pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (Ministério da Cultura), que apuram como candidatos os finalistas dos Prémios de Edição LER/Booktailors, que transforma esta no Prémio Nacional de Edição, tendo sido a Carta Gastronómica das Aldeias do Xisto uma das três obras finalistas.
Os vencedores deste Prémio percorrem as principais capitais do mundo em várias exposições de finalistas e vencedores.
Estes são divulgados durante a Leipzig Buchmesse, na Alemanha, sendo o Júri composto por profissionais de design e de edição. Em Frankfurt ficam ainda expostas todas as obras a concurso.
Este é um livro gastronómico que nos faz sonhar com o pão saído do forno a lenha, quente e a fumegar, partido com as duras mãos e saboreado com sofreguidão, comido com mel ou azeite...
in aldeiasdoxisto.pt
AX Trail - Corrida de Montanha
O AX Trail está de regresso! Dias 17 e 18 de Abril nas Aldeias do Xisto de Góis e da Lousã. Com novos percursos seguindo à risca o conceito que o define: trail em estado puro!
Em simultâneo com as provas poderá optar por fazer o percurso pedestre do Caminho do Xisto, para que possa trazer a sua família e passar um fim-de-semana em cheio. Este é um percurso pedestre na zona envolvente dos percursos. Este passeio disponibiliza aos familiares, amigos dos atletas ou a todos os interessados, uma actividade acessível e um motivo para a visita à região. Nas Aldeias do Xisto dos concelhos de Góis e Lousã, com os Penedos de Góis como pano de fundo, a primeira prova do circuito promete ser um desafio com trilhos técnicos e desnível qb. A passagem por quatro Aldeias do Xisto: Pena, Aigra Nova, Aigra Velha e Comareira, vão certamente animar a competição. Este ano com a novidade de esta prova ser realizada durante a noite noite. Os trilhos da Lousã vão também ser novamente invadidos pelos corredores do AXtrail. O percurso passa pelas Aldeias do Xisto do Talasnal, Chiqueiro e Casal Novo, pelo Castelo de Arouce e não faltando sequer uma incursão na ribeira de S. João. Programa Góis, 17 de Abril: Local da partida e entrega de prémios: Aldeia do Xisto de Fajão (Pampilhosa da Serra). Abertura do Secretariado às 16h. Início da prova às 20h. Início do percurso pedestre às 20h15. Lousã, 18 de Abril: Local da partida e entrega de prémios: Aldeia do Xisto de Benfeita (Arganil). Abertura do Secretariado às 9h. Início da prova às 10h. Início do percurso pedestre às 10h15. Para saber mais, clique Aqui. Restante Calendário da Prova: 25 e 26 de Setembro, nas Aldeias do Xisto de Fajão e Benfeita 23 e 24 de Outubro, nas Aldeias do Xisto de Gondramaz, Ferraria de S. João e em Casal de S. Simão |
A Casa Goiense e o seu Desígnio
Adriano Pacheco
Ainda estão bem presentes os ecos efusivos da numerosa assistência que esteve presente no almoço do quinquagésimo quinto aniversário da Casa do Concelho de Góis, a qual acolheu no seu seio, para cima de cem pessoas, unidas num desejo comum de celebrar esta efeméride, carregada de simbolismo e de calor humano, que unifica o povo da Beira Serra e a todos contagiou.
Sendo assim e não obstante os sinais preocupantes de falta de rejuvenescimento dos seus dirigentes, como se pode explicar esta presença maciça de quem persiste
em reavivar a alma do povo beirão e do sentimento regionalista que não se fica nem se esgota na festinha da sua aldeia? Como explicar este reacender da chama regionalista goiense quando muitas vozes já entoaram e lhe endereçaram os pêsames e decretaram o prematuro luto? Também nós temos dúvidas, muitas dúvidas, mas caminho é persistir, persistir.
Todos seremos unânimes em reconhecer que há um grande défice de sangue novo no regionalismo, movimento que vive de entrega, empenhamento e sobretudo da paixão que à todos nos toca e nos faz mexer. Do mesmo modo, reconhecerão que, os jovens não aderindo a esta causa, o regionalismo vai definhando até que por fim morrerá em morte lenta, a curto ou médio prazo. Esta corrente de opinião é consensual e tem já umas décadas de existência, os sinais mais superficiais apontam para tal conclusão sem qualquer retrocesso. Contudo"navegar é preciso".
Importa aqui lembrar algumas causas que nos conduziram a este estado de coisas, não esquecendo a culpa que cabe a cada um dos pais e dos avós, por não se terem feito acompanhar dos seus filhos nas festas regionais, deixando que as actuais e imensas solicitações dos jovens tomassem conta das suas reais potencialidades. Para nós
é ponto assente que se trata duma batalha perdida e sem ' qualquer possibilidade de recuperação. É tempo agora de se encontrarem caminhos desta era, novas saídas do
mesmo templo.
Neste momento, os sócios têm de pensar na colaboração que podem dar aos actuais corpos gerentes que já levam muitos anos de entrega à causa e ninguém se chega à frente para ajudar à renovação de quadros com gente madura, disponível mas não gasta, criar nova atitude sem desvirtuar a identidade que unifica e' areja ideias sem
descolorir as cores vivas e o empenhamento. Em suma: começar a trilhar um novo caminho. A Casa do Concelho de Góis, para lá de congregar ideias e sentimentos,
é também a casa mãe que a todos acolhe num espaço próprio, físico e simbólico que importa preservar.
Não somos cavaleiros dos fulgentes velhos tempos, mas vivemos intensamente esta fase de sobrevivência em que todos temos de dar um pouco mais de nós próprios para que esta causa viva. A Casa não é um santuário fechado a sete chaves, nem uma masmorra, ela está aberta a todos os regionalistas, nomeadamente aos goienses. Se um almoço aniversariante foi capaz de reunir à volta de cem pessoas, acreditamos que o próximo plenário do Conselho Regional, a realizar o dia 20 de Fevereiro, seja motivo suficientemente atractivo para que os goienses se interessem mais um pouco pelos problemas da sua aldeia.
Assim o esperamos.
Ainda estão bem presentes os ecos efusivos da numerosa assistência que esteve presente no almoço do quinquagésimo quinto aniversário da Casa do Concelho de Góis, a qual acolheu no seu seio, para cima de cem pessoas, unidas num desejo comum de celebrar esta efeméride, carregada de simbolismo e de calor humano, que unifica o povo da Beira Serra e a todos contagiou.
Sendo assim e não obstante os sinais preocupantes de falta de rejuvenescimento dos seus dirigentes, como se pode explicar esta presença maciça de quem persiste
em reavivar a alma do povo beirão e do sentimento regionalista que não se fica nem se esgota na festinha da sua aldeia? Como explicar este reacender da chama regionalista goiense quando muitas vozes já entoaram e lhe endereçaram os pêsames e decretaram o prematuro luto? Também nós temos dúvidas, muitas dúvidas, mas caminho é persistir, persistir.
Todos seremos unânimes em reconhecer que há um grande défice de sangue novo no regionalismo, movimento que vive de entrega, empenhamento e sobretudo da paixão que à todos nos toca e nos faz mexer. Do mesmo modo, reconhecerão que, os jovens não aderindo a esta causa, o regionalismo vai definhando até que por fim morrerá em morte lenta, a curto ou médio prazo. Esta corrente de opinião é consensual e tem já umas décadas de existência, os sinais mais superficiais apontam para tal conclusão sem qualquer retrocesso. Contudo"navegar é preciso".
Importa aqui lembrar algumas causas que nos conduziram a este estado de coisas, não esquecendo a culpa que cabe a cada um dos pais e dos avós, por não se terem feito acompanhar dos seus filhos nas festas regionais, deixando que as actuais e imensas solicitações dos jovens tomassem conta das suas reais potencialidades. Para nós
é ponto assente que se trata duma batalha perdida e sem ' qualquer possibilidade de recuperação. É tempo agora de se encontrarem caminhos desta era, novas saídas do
mesmo templo.
Neste momento, os sócios têm de pensar na colaboração que podem dar aos actuais corpos gerentes que já levam muitos anos de entrega à causa e ninguém se chega à frente para ajudar à renovação de quadros com gente madura, disponível mas não gasta, criar nova atitude sem desvirtuar a identidade que unifica e' areja ideias sem
descolorir as cores vivas e o empenhamento. Em suma: começar a trilhar um novo caminho. A Casa do Concelho de Góis, para lá de congregar ideias e sentimentos,
é também a casa mãe que a todos acolhe num espaço próprio, físico e simbólico que importa preservar.
Não somos cavaleiros dos fulgentes velhos tempos, mas vivemos intensamente esta fase de sobrevivência em que todos temos de dar um pouco mais de nós próprios para que esta causa viva. A Casa não é um santuário fechado a sete chaves, nem uma masmorra, ela está aberta a todos os regionalistas, nomeadamente aos goienses. Se um almoço aniversariante foi capaz de reunir à volta de cem pessoas, acreditamos que o próximo plenário do Conselho Regional, a realizar o dia 20 de Fevereiro, seja motivo suficientemente atractivo para que os goienses se interessem mais um pouco pelos problemas da sua aldeia.
Assim o esperamos.
in O Varzeense, 15/02/2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)


