quinta-feira, 11 de abril de 2013

Apelo

Pede-se aos funcionários da câmara de Góis que moram fora do município para que volta e meia comprem qualquer coisinha na Vila que lhes dá a ganhar o pão de cada dia.
Anónimo 7/4/13 15:42

Hospital do Barreiro - Médico Espanhol dá Cabo de Listas de Espera

REPASSEM ESTA PORRA ATÉ À EXAUSTÃO, DÊEM CONHECIMENTO AOS BURROS QUE POR AQUI PROLIFERAM E TEIMAM EM NÃO ACREDITAR NA CHULICE DESTES "INTELIGENTES".


SEM PAPAS NA LÍNGUA...

Médico Espanhol dá Cabo de Listas de Espera
Lê bem o que vem escrito a seguir e pensa bem se em Portugal não há tantos chulos que não querem trabalhar!
Porque é que existem listas de espera?

Em 6 dias operou tanto como 5 médicos num ano e por metade do preço cobrado na privada.

Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, num processo que está a "indignar" a Ordem dos Médicos. Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera. O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia. No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde. Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano). No final do ano passado, a lista de espera era de 384, e foi entretanto reduzida a 50 com a intervenção do médico espanhol.

A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março - onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme - foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José Antonio Lillo Bravo, detentor de duas clínicas na Extremadura espanhola - em Dom Benito (Badajoz) e Mérida. Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às "críticas" de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses."Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros", diz ao DN o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.

As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidadee de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador. O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio.

HÁ QUE ACABAR COM A CHULAGEM DA ORDEM DOS MÉDICOS E BAIXAR AS MÉDIAS DE MEDICINA E ABRIR NOVAS FACULDADES.

ASSIM ACABA-SE A MAMA DESTA CORJA DE PARASITAS, QUE SÓ PENSAM EM GANHAR GUITO NA PRIVADA.

TOCA A PASSAR AOS AMIGOS

"As pessoas precisam de entender que estão a ser burladas. O País não pode continuar a ser dirigido por trafulhas..."
(Dr. Medina Carreira)


esta é a noticia, agora digo eu como é possível que 5 médicos que fazem em media uma operação que demora 15 minutos a fazer, pois é o tempo que demora a dita operação ás cataratas, depois não digam que não é por causa da função publica que estamos como estamos. ainda tem os colegas do tribunal constitucional, para os proteger quando lhe querem tirar algumas das mordomias que tem. 

Anónimo 7/04/13

A famosa rotunda


in Jornal de Arganil

terça-feira, 9 de abril de 2013

O MATERIAL TEM SEMPRE RAZÃO (4)


O número de artigos e notas em blogues que começam com “a decisão do Tribunal Constitucional fez e aconteceu….” representam um sucesso do pensamento único governamental. Na verdade, deviam começar com “a política do governo fez e aconteceu…” Isto, porque a decisão do Tribunal Constitucional é que é a normalidade e a lei, e a política do governo é que é a anormalidade e a ilegalidade. A decisão do Tribunal Constitucional representa uma consequência da política do governo, das escolhas do governo, da incapacidade do governo de encontrar políticas de contenção orçamental que não passem pela violação da lei e pelo afrontamento da Constituição. 

Mais: o caminho seguido pelo governo para o objectivo de cumprimento do memorando da troika é que põe em causa esse cumprimento, porque não teve em conta qualquer preocupação em salvar um quantum da economia nacional, desprezou os efeitos sociais do “ir para além da troika”, não deu importância a qualquer entendimento social e político, vital em momentos de crise. Foi um caminho de pura engenharia social, económica e política, prosseguido com arrogância por uma mistura de técnicos alcandorados à infalibilidade com políticos de aviário, órfãos de cultura e pensamento, permeáveis a que os interesses instalados definissem os limites da sua política. Quiseram servir os poderosos com um imenso complexo de inferioridade social, e mostraram sempre (mostrou-o de novo o primeiro-ministro ontem), um revanchismo agressivo com os mais fracos. 

Pensaram sempre em atacar salários, pensões, reformas, rendimentos individuais e das famílias, serviços públicos para os mais necessitados e nunca em rendas estatais, contratos leoninos, interesses da banca, abusos e cartéis das grandes empresas. Pode-se dizer que fizeram uma escolha entre duas opções, mas a verdade é que nunca houve opção: vieram para fazer o que fizeram, vieram para fazer o que estão a fazer.
© José Pacheco Pereira in abrupto.blogspot.fr

terça-feira, 2 de abril de 2013

Portugal possui um grau de auto-suficiência alimentar de 81%


Os produtos agrícolas registam o maior grau de auto-suficiência, seguidos das pescas e dos produtos da indústria alimentar. O vinho é o único produto que regista uma taxa de auto-suficiência superior a 100%, sendo também, deste género de bens, o produto mais exportado.
No conjunto dos produtos provenientes da agricultura, da pesca e da indústria alimentar e das bebidas, Portugal apresenta, em média, um grau de auto-suficiência alimentar de 81%.

Nos produtos agrícolas, que incluem o vinho e o azeite, o grau de auto-suficiência situa-se nos 83%. O valor, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira, revela “uma forte dependência do exterior em cereais e oleaginosas”. Já o vinho regista um grau de auto-suficiência superior a 100%.

Os produtos provenientes do sector das pescas registam uma auto-suficiência de 82%, entre 2006 e 2010, e o grau dos produtos da indústria alimentar é de 79%. Os dados revelam que o País assegura uma procura interna de frutos e hortícolas transformados, sem excedentário, no entanto, em conservas de peixe. A maior dependência do exterior verifica-se nos produtos da indústria alimentar da pesca.

Já as bebidas, que não incluem o vinho, evidenciam um crescimento sustentado entre 2006 e 2010, tendo atingido um grau de auto-suficiência de 96% em 2010. O país é auto-suficiente em cerveja e água mineral natural, estando dependente de outras bebidas alcoólicas e não alcoólicas.

Vinho é o produto mais vendido para o mercado externo

No que concerne às exportações, o vinho é o principal produto agrícola vendido para o exterior, representando 50,1% do valor total das exportações deste tipo de bens entre 2006 e 2011, segundo os dados do INE. As exportações de vinho renderam 658 milhões de euros em 2011.

O segundo produto mais vendido para o exterior é o azeite, que representa 7,5% do valor total, somando 150 milhões de euros em 2011.

No total, as transacções dos produtos agrícolas entre 2006 e 2011 representaram, em média, 4,1% do valor global das importações e 3,2% das exportações. O saldo da balança comercial deste género de produtos apresentou um défice de 1,3 mil milhões de euros e uma taxa de cobertura de 48,4%.
in Jornal de Negocios 02/04/13

sábado, 16 de março de 2013

O Jumento - GRANDOLAR…

Corro o risco de, mais uma vez, estar em desacordo com a maioria. No entanto, considero abusiva a utilização da canção do Zeca Afonso como música de fundo das inúmeras manifestações que se organizam por esse País fora.

Grândola, vila morena, foi uma das senhas que o movimento dos capitães no dia 25 de Abril de 1974 utilizou para o despontar da chamada revolução dos cravos. Nesse dia foi restituída a Liberdade aos portugueses que lhe havia sido retirada pela ditadura de mais de 40 anos protagonizada por Salazar e companhia.
E só essa Liberdade permite que os milhares de manifestantes possam vir para as ruas reclamar contra este Governo profundamente Liberal que toma medidas que tanto nos oprimem a todos (ou quase todos…). É pois, na minha opinião legítima e salutar a forma como, ordeiramente, essas manifestações têm decorrido. Vêem-se pessoas de todas as idades, de todas as tendências políticas, de todas as classes sociais a protestar contra aquilo que os oprime e torna a sua vida insuportável. Eu, também protesto.
Mas, daí a cair no ridículo de pretender, por maiores que elas sejam, que as manifestações poderão servir para derrubar governos, vai um enorme passo. Não podemos esquecer que este Governo foi legitimamente votado e eleito pela maioria do Povo. Não sendo através do Sr. Presidente da República que pode dissolver a Assembleia da República, deverá ser o Povo, através do voto que deverá penalizar o Governo. Como o fez com o Eng.º Sócrates depois de um péssimo 2º mandato e depois de, parece que já nos esquecemos, ter pedido a demissão. É assim que funciona a Democracia, com todos os perigos que ela nos pode acarretar. Ou já nos esquecemos que o Hitler também foi eleito democraticamente, persegui e assassinou milhares de judeus, agrediu e invadiu estados soberanos e sempre teve o apoio do Povo?
Ora, em Democracia, a arma que as pessoas têm é, para além da livre manifestação, o voto. E seria interessante saber que percentagem destes manifestantes exerce esse direito que também é um DEVER.
E, já agora, onde votam. O tradicional, em Portugal é ganhar o PS ou o PSD. É aí que vota a maioria dos portugueses. Isso significa que são estes partidos que têm a maior quota de responsabilidade no estado a que o País chegou. Qual é a diferença entre a margem mais à direita do PS e a mais à esquerda do PSD? Não será verdade que, em Portugal, o Partido Socialista de socialista só tem o nome? Ideologicamente, não será Social-democrata? E o PSD não será neo-liberal ou mesmo Liberal, como se apresenta esta facção que nos Governa? Então, queremos derrubar o Governo, para quê? Para serem convocadas eleições, não irmos votar e ganhar o PS para fazer a mesma política, chamando-lhe outro nome? O problema não está nos partidos, mas sim nas políticas que executam. 


Voltando às manifestações que, como já disse são, em minha opinião, legítimas e compreensíveis, ela não podem ser banalizadas. Nas primeiras manifestações a seguir ao 25 de Abril, a comoção era geral, não se cantava por cantar, exibiam-se orgulhosamente os símbolos dos partidos nas lapelas dos casacos, nas bandeiras, nas boinas, nos lenços, etc. Agora, pretende-se enganar as pessoas, fala-se em manifestações espontâneas de meia dúzia de gatos pingados, que se dizem apartidários mas que, se calhar involuntariamente, levantam os punhos fechados (esquerdos e direitos) identificando-se partidariamente. 

Não podemos banalizar as manifestações. 
Não devemos vulgarizar as nossas canções históricas. A Grândola, vila morena, tem de ser cantada com um embargo de voz, o sem não deve sair da garganta mas do coração. Deve ser cantada por quem a sente e compreende, por quem sabe a sua letra e não se engana nem nos engana e nunca cantada por gente que há um ano se recusava a trauteá-la em público por vergonha de se assumir de esquerda.
Se a ideia é, ao mesmo tempo, fazer uma homenagem ao Zeca Afonso porque não cantar os Vampiros e dedicá-la a todos os que nos têm sugado o sangue nestas últimas décadas?
A minha Grândola preservem-na, para verter a lágrima teimosa e nostálgica, quando ponho o vinil a rodar e me lembro de Portugal no tempo da Ditadura e em todos aqueles que deram o contributo para que ela acabasse. Muitos deles, não estão nestas manifestações. Outros, que lá estão, nada fizeram para que ela acabasse.
8/03/13

sexta-feira, 1 de março de 2013



| 2 de Março |

10:00
Praça da República | Horta

14:00
Praça 5 de Outubro | Torres Novas

14:30
Liszt Ferenc tér | Budapeste
Praça 25 de Abril | Caldas da Rainha

15:00
Praça Velha | Angra do Heroísmo
Avenida Central | Braga
Praça da República | Coimbra
Praça do Município| Covilhã
Narvavägen 32 | Estocolmo
Embaixada Portuguesa | Londres
Parque da Cerca | Marinha Grande
Consulado Geral de Portugal | Paris
Largo 2 de Março | Ponta Delgada
Praceta Alves Redol | Santarém
Rossio | Sines
Jardim em frente ao Colégio | Tomar
Praça da República | Viana do Castelo

16:00
Estação CP | Aveiro
Largo do Museu | Beja
Praça do Município | Castelo Branco
Largo das Freiras | Chaves
Estação da CP | Entroncamento
Praça do Giraldo | Évora
Largo do Carmo | Faro
Praça do Município | Funchal
Praça Velha | Guarda
Fonte Luminosa | LeiriaPraça Marquês de Pombal | Lisboa
Praça da República (Mercado) | Loulé
Avenida da Liberdade | Ponte de Sor
Praça Manuel Teixeira Gomes | Portimão
Praça da Batalha | Porto
Largo José Afonso | Setúbal
Frente à Câmara Municipal | Vila Real
Jardim de Santa Cristina | Viseu

16:30
Praça da República | Portalegre

17:00
Consulado Geral de Portugal | Barcelona
Calle de Lagasca | Madrid

18:00
Boston Public Library | Boston

in queselixeatroika15setembro.blogspot