terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Medalha de Ouro do Municipio Para a Associação Educativa e Recreativa de Góis




Mais desenvolvimento na Edição em papel.

in Comarca De Arganil 15.10.14

Adiber Integra o CED Intermunicipal da Região de Coimbra


Mais desenvolvimento na edição em papel.
in Comarca de arganil 1.10.14

Comemoração das Bodas de Prata da Reactivação da Merisericórdia


Mais desenvolvimento na edição em papel.
in A Comarca De Arganil, 23.09.14

CÂMARA MUNICIPAL DE GÓIS REFORÇA OBRAS DE SANEAMENTO BÁSICO

GÓIS – Depois de há um mês ter sido celebrado o contrato de empreitada para a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da Cabreira, a câmara municipal de Góis celebrou dia, 3 de Outubro, um novo contrato com a empresa Carlos Gil Lda com vista à edificação da Estação Elevatória, completando assim a infraestrutura de saneamento básico.

Estas infraestruturas localizam-se, na localidade de Cabreira, pertencente à União de Freguesias Cadafaz/Colmeal, e permitirão tratar os esgotos de cerca de três centenas de habitantes.
A obra em conjunto revestindo-se de grande importância ambiental, proporcionará assim, uma melhoria das condições de vida da população local e dos recursos hídricos na zona.
A nível técnico trata-se de um sistema compacto, com tratamento secundário, cuja capacidade máxima de caudal afluente diária compreenderá 22,5 mᶾ.

Trata-se de uma parceria entre o Município de Góis, Comissão de Melhoramentos da Cabreira, Conselho Diretivo dos Baldios do Cadafaz e de um particular, que graciosamente cedeu, uma parcela de terreno.

O investimento total é na ordem dos 90.000€, suportados totalmente pelo orçamento municipal.
Prevê-se que as obras, quer da Estação Elevatória, quer da ETAR estejam concluídas em Dezembro.


A localização destas infraestruturas foi, tecnicamente, decidida, no pleno respeito pela qualidade das águas do Rio Ceira e de uma das mais visitadas zonas de lazer da localidade da Cabreira.
in Local.PT 07.10.14

quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

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Góis assina contratos de Inserção

Desde sexta-feira, dia 5 de setembro, que 4 desempregados residentes em Góis vão exercer funções nos serviços administrativos, limpeza e conservação dos espaços públicos do Município presidido por Lurdes Castanheira.
A medida insere-se no programa Contrato Emprego-Inserção, apoiado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), e três desses contratos tem a duração de um ano.
Os contratos com os 4 desempregados de Góis foram assinados, no salão nobre, pela presidente da Câmara, Maria de Lurdes Castanheira.
Os dois homens e as duas mulheres que a partir de hoje passam a estar ao serviço do município goiense são beneficiários do subsídio de desemprego e do Rendimento Social de Inserção, e tem idades compreendidas entre os 28 e 54 anos, com habilitações entre o, I, II Ciclo e Frequência em Mestrado.
Pelas funções que vão desempenhar nos próximos 12 meses, os beneficiários do subsídio de desemprego receberão uma bolsa mensal complementar no valor de 20 por cento do Indexante de Apoio Social (IAS), fixado nos 419.22 euros. Têm direito, para além da bolsa mensal, a despesas de transporte, subsídio de alimentação por cada dia de atividade e seguro que cobre os riscos inerentes ao exercício da atividade.

Góis tenta travar fecho de escola com 24 alunos

A Câmara de Góis apresentou uma providência cautelar, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, contra o encerramento de uma escola básica do concelho com 24 alunos.
A presidente da autarquia, Lurdes Castanheira, disse à agência Lusa que o executivo municipal decidiu por unanimidade, na sua última reunião, interpor esta providência com o objetivo de impedir a extinção da Escola Básica 1 da Ponte do Sótão e "defender os interesses das populações".

A autarca socialista realçou que o Ministério da Educação e Ciência (MEC), através da direção de serviços do Centro da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), decidiu fechar a Escola Básica, que tem 24 alunos, mantendo ao mesmo tempo o Jardim de Infância da Ponte do Sótão, que acolhe apenas seis crianças.

"Podíamos ter chegado a um entendimento, mas nem nos deixaram apresentar a nossa proposta", acrescentou, explicando que, em resposta a um pedido de audiência da Câmara de Góis, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, incumbiu a responsável regional da DGEstE, Cristina Oliveira, "de promover essa reunião, que nunca chegou a realizar-se".

Para o município, "é muito mais difícil transportar os 24 alunos" da Escola da Ponte Sótão, do que as seis crianças que frequentam o Jardim de Infância, segundo Lurdes Castanheira, cujo executivo preferia o encerramento deste estabelecimento, mantendo o outro.

Em comunicado, a Câmara de Góis afirma que "não pode aceitar tal termo, uma vez que a própria diretriz, no que ao número de alunos diz respeito, está a ser cumprida. São 24 crianças, uma delas com necessidades educativas especiais".

Jornal de Notícias, 5 de Setembro de 2014




Câmara de Góis atribui apoios aos Estudantes do Ensino Secundário e Superior

A Câmara Municipal de Góis atribui uma prestação pecuniária equivalente a 200 euros por ano para estudantes do ensino superior e 170 euros para estudantes do ensino secundário ou técnico – profissional.
Estão abrangidos por este apoio os estudantes residentes no concelho de Góis que se encontram a frequentar o ensino superior público, particular ou cooperativo, ou o ensino secundário/técnico-profissional cujo curso seja ministrado fora dos concelhos limítrofes (Arganil, Lousã, Vila Nova de Poiares e Pedrogão Grande).
O Regulamento  pode ser consultado em em www.cm-gois.pt.

Independentes por Góis apresentam queixa contra Presidente da Câmara Municipal de Góis

Os vereadores do Grupo Independentes por Góis (GIG) estão há meio ano sem receber os documentos sobre requisições e pagamentos, tendo apresentado queixa à Comissão de Acesso a Documentos Administrativos (CADA).
Em nota enviada a NDC referem que os documentos que desde sempre foram distribuídos em Reuniões de Câmara não são entregues aos vereadores do Grupo Independentes por Góis, desde fevereiro.
Segundo o GIG, esta decisão partiu da Presidente do Município, Maria de Lurdes Castanheira, que se refugia no facto de os vereadores da oposição não representarem nenhum partido político para suscitar dúvidas face à obrigatoriedade da entrega dos documentos
Perante esta negação plena da democracia, os vereadores do Grupo Independentes por Góis apresentaram um requerimento por escrito, na Reunião de Câmara do dia 25 de fevereiro, “solicitando a cópia dos documentos em causa. Como se não bastasse terem visto repudiado o seu direito à oposição, o pedido efetuado não foi publicado em Ata”.
Na última Reunião de Câmara de março, a Presidente do Executivo informou que foi solicitado um parecer ao Gabinete Jurídico da Câmara Municipal para saber se a entrega dos documentos de requisições e pagamentos era obrigatória, tendo em conta que os vereadores do Grupo Independentes por Góis não estão vinculados a nenhum partido político. Mais adiantou que os vereadores do Grupo Independentes por Góis podiam consultar os respetivos documentos, desde que o solicitassem previamente e que fossem acompanhados pela Secretária do Executivo ou pela Chefe de Divisão.
Apesar da insistência consecutiva junto da Presidente de Câmara para resolver esta situação, os vereadores do Grupo Independentes por Góis não obtiveram resultados, tendo de recorrer à Comissão de Acesso a Documentos Administrativos (CADA) para fazer cumprir os seus direitos.